Precisa de produtos e artigos e não quer sair de casa? A plataforma Interajuda explica o que tem de fazer

Entrega ao domicilio

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A Spot of Brands adaptou-se aos tempos do Covid-19: lançaram um projeto que promete ajudar quem se encontra em isolamento. As empresas do distrito de Leiria terão agora ajuda na venda e na entrega de produtos ao domicílio.  

Com a propagação do virus e do cuidado e sentido de responsabilidade em estar em casa é essencial conseguir alternativas para os produtos que necessitamos chegarem-nos às mãos. É isto que a Interajuda veio trazer à região centro, incluindo todos os concelhos do distrito de Leiria.
 
“Enfrentamos atualmente uma situação difícil e inédita, que exige soluções rápidas e eficazes. Pela primeira vez nos vemos obrigados a ficar em casa, para proteger a nossa saúde e a dos que nos rodeiam, numa luta desigual contra um inimigo impercetível ao olho humano, que consegue atingir vidas e infetar a economia de vários países.” – foi a primeira declaração do CEO da empresa, Mário Gaspar.
 
 
A plataforma é gratuita e pretende assegurar a ajuda em todo o território nacional. Para tal, cada distrito estará segmentado pelos respetivos concelhos de modo a que todos, de qualquer parte, inclusivamente de aldeias, possam adquirir o produto que desejam sem sair de casa. 
 
O responsável pela empresa e pelo projeto afirmou ainda que “num país como o nosso, com um tecido empresarial movido essencialmente pelas micro, pequenas e médias empresas, uma paragem imprevista e por tempo indeterminado, pode resultar na falência global da economia, frisa esta agência de comunicação.” A plataforma interajuda.pt, tem o objetivo de promover a venda de produtos de micro empresas e a sua entrega ao domicílio mantendo deste modo a atividade comercial dos gerentes de pequenos negócios e, em simultâneo, contribuindo para a segurança de todos, dando uma solução a quem não pode sair de casa para fazer compras.
 
A utilização da plataforma é simples, gratuita e transparente. As empresas apenas têm de registar os produtos que têm para venda, desde bens alimentares e essenciais ao quotidiano até outros artigos de segunda necessidade, e definir a área de entrega ao domicílio. A partir daí, a encomenda é feita diretamente entre o cliente e o fornecedor.
 

interajuda.pt

A empresa lembra que o mundo está a mudar e o ser humano deve procurar adaptar-se a novas realidades. Devemos enfrentar esta pandemia como um desafio que nos tornará mais fortes e melhor preparados para situações semelhantes que se repitam no futuro.

Jel proclamado Rei do Carnaval 2020 em Figueiró dos Vinhos

Jel Figueiró dos Vinhos

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O Carnaval de Figueiró dos Vinhos começa dia 21 de fevereiro e dura seis dias. O humorista Jel foi o escolhido para Rei deste entrudo. 

No interior do distrito de Leiria uma coisa é certa: não haverá cartazes carnavalescos insonsos. Isto porque Jel, o conhecido humorista e cantor de famosos hits em 2019, como “Sal Grosso”, será o Rei do Carnaval de Figueiró dos Vinhos. O artista esteve presente recentemente em duas festas do distrito – Alcobaça e Pombal.

A festa do Carnaval terá a duração de seis dias. E o Tio Jel marcará presença no corso do dia 23 de fevereiro, no desfile de carros alegóricos. Depois inicia-se o espetáculo musical com os grandes hits do artista, às 17h.

Fora esse destaque, o Carnaval de Figueiró dos Vinhos começa dia 21 com o desfile de escolas. No dia seguinte, o salão dos bombeiros é o local da festa com a Banda Larga e concurso de máscaras com prémios para grupos. 

 No dia 24 de fevereiro há o famoso concurso de máscaras, com variados prémios individuais para os melhores disfarces. No dia seguinte (25), o desfile de carros alegóricos nas ruas da vila está marcado para as 15h do dia do entrudo. 

O último dia do evento (26 de fevereiro)  conta com a entrega de lembranças aos grupos participantes na Casa da Cultura e termina com o enterro do entrudo, que inicia às 21h30. 

Pedro Mexia vai estar em Leiria a falar sobre “O que pode a arte?”

Pedro Mexia Leiria

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A Arquivo é a livraria que recebe um dos famosos ministros do Governo Sombra

“O que pode a arte?” é um ciclo de conversas criado pela Livraria Arquivo, em Leiria, para debater sobre o estado da arte e cultura no no país e no mundo. Desta vez é o escritor e cronista Pedro Mexia como principal convidado.

Neste ciclo de conversas, que acontecem uma vez por mês, os convidados e os presentes abordam a importância da arte no mundo e nas nossas vidas a partir das questões habituais “A arte abre espaço para outras alternativas de representar o mundo?”, “Será a arte uma forma de esquecimento ou de nascimento?”, “Será a arte um antidoto contra o fechamento do mundo?” e “A arte salva?”. Neles já participaram outros quantos artistas tais como a coreografa Clara Leão, a assessora da ministra da cultura Maria Miguel, o maestro Paulo Lameiro, o escritor Richard Zimler e o cientista Alexandre Quintanilha.

Este evento, na Arquivo, está marcado para o dia 22 de janeiro, pelas 18h30. Pedro Mexia também vai, certamente, aproveitar para promover o seu novo livro “Imagens Imaginadas“, editado em novembro de 2019 pela Tinta da China.

 

Texto: Ana Gordalina
Foto: DR

Nazaré Tow Surfing Challenge vai desafiar os melhores surfistas de Tow-in do Mundo


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As big waves da Nazaré vão ser o destaque da primeira edição do “Nazaré Tow Surfing Challenge” que se iniciou no passado dia 1 de Novembro e se prolongará até 31 de Março de 2020, na Praia do Norte.

A novidade é que os surfistas, que anteriormente, apenas, se deslocavam na remada, vão se adentrar no Canhão da Nazaré com o suporte de uma mota de água, método conhecido por Tow-in

Devido ao tamanho e força destas ondas, as provas vão ser feitas em pares, contando com 20 convidados, que passam por nomes como o havaiano Kai Lenny, o britânico Tom Butler e ainda a brasileira Maya Gabeira entre outros grandes mestres do Tow Surfing

Irá ainda haver o prémio masculino e feminino de melhor onda, numa competição que durará 5 meses. 

Para os amantes do surf e de adrenalina, este é um evento que não pode perder!

 

Texto: Filipa Gaspar

Fotografia/Vídeo: DR

 

A Receção ao Caloiro vai a meio, mas há outros concertos esta semana que não pode perder


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  • Fafá de Belém e as Guitarradas do Pará – 24 de outubro – 21:30 – Teatro José Lúcio da Silva

 

Um concerto que será marcado pela deambulação entre as memórias, gestos e referências. Fafá de Belém percorre a sua própria história, relembrando Belém do Pará e os sons da sua terra. Vai ser um reviver de clássicos da sua carreira, com canções do disco “Do Tamanho Certo Para O Meu Sorriso”, que ganhou o “Prémio da Música Brasileira” nas categorias de “Melhor Álbum e Melhor Cantora- Canção Popular”. 

Os bilhetes custam entre 25 a 40 € e já se encontram perto de esgotar. 

 

  • Jazzout- Tomás Marques Trio – 24 de outubro – 21:30 – Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha

 

Diogo Alexandre na percussão (bateria), Rodrigo Correia nas cordas (contrabaixo) e Tomás Marques no sopro (saxofone), formam o Tomás Marques Trio, que dará um concerto inédito de música Jazz improvisada. 

Entrada gratuita.

 

  •  The Gift – 25 de outubro – 21:30 – Teatro José Lúcio da Silva

 

A digressão “Primavera/Verão” tem alcançado diversas salas do país e passa agora por Leiria. Um concerto marcado pela intimidade que o recente álbum “Verão” nos proporcionou, com temas como “Verão”, “Cabin” ou até mesmo “Vulcão” percorrendo, também, clássicos como “Music”, “Fácil de Entender” e “Primavera”. Este será o Verão dos The Gift. 

O preço dos bilhetes é entre 17,50 e 20€.

 

  • Russa – 25 de outubro – 19:00 – Celeiro da Casa do Terreiro

 

No âmbito do projeto “Musica Omnipresente” (pode ler-se aqui), a rapper internacional natural de Santarém vem a Leiria fazer uma residência artística no Serra- Espaço Cultural, onde colaborará com Surma e com os Whales. O seu concerto, no dia 25, localiza-se em pleno Terreiro, conhecido por ser a sede da Fundação da Caixa Agrícola de Leiria. 

Entrada gratuita. 

 

  • Grog+ Hate Disposal – 26 de outubro – 22:30 – Texas Bar Leiria

 

O duro e extremo death metal dos Grog, que sobrevive desde 1991, demonstra a qualidade nacional da música underground e gore. Com cerca de 4 álbuns editados, um EP e diversos Demo’s, já atuaram em grandes festivais nacionais com o VOA, SWR Metal Fest e Moita Metal Fest. Ao nível do panorama internacional, passaram por dois dos maiores festivais de Metal como o Obscene Extreme Fest na República Checa e pelo Wacken Open Air na Alemanha. 

 

Os leirienses Hate Disposal estreiam-se com o seu novo vocalista e certamente apresentam o seu segundo EP “Legacy”, cheio de influências brutais de death metal

O acesso aos concertos é de 5€.

 

  • 10 000 Russos- 25 de outubro – 23:30 – Stereogun

 

O fuzz e psicadélico dos portuenses 10 000 russos apresenta-nos ao vivo o seu terceiro álbum “Kompromat”. O trio que embarcou numa tour em 14 países onde tocaram 43 concertos promete uma boa noite de qualidade musical. 

Os bilhetes custam 6€ mais consumo de uma bebida.

É de não esquecer que até sábado a Receção ao Caloiro ainda continua de pé, com artistas como DJ Ride, 9 Miller e ainda Profjam. Consulte o resto do cartaz aqui.

Texto: Filipa Gaspar 

Fotografia: DR 

Entrevista a Marta Ribeiro: “Dedico-me 100% a esta profissão, mas a profissão não se dedica 100% aos seus atores”


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Marta Ribeiro estreou-se bem cedo na representação, passou pela ESAD, nas Caldas da Rainha e há 5 anos, fixou-se em Madrid porque se encantou pela “vida cultural” da cidade espanhola, onde é atriz de profissão, na área do teatro. Em maio, deste ano, estreou-se nas salas de cinema espanholas e na plataforma digital Netflix. A TIL esteve à conversa com Marta sobre o seu percurso pessoal e profissional. 

Pergunta trivial: Conta-nos como e quando é que se deu início ao fascínio pelas artes, nomeadamente pela representação. 

Com cerca de 4 ou 5 anos fazia os meus programas em casa com a minha família, organizava a história e obrigava a minha família a participar nas minhas intervenções, tanto de interpretação como de música, porque também comecei com a música muito cedo. Mais tarde, entrei num grupo de teatro quando entrei para o colégio de Viseu.

 

Antes do teu “boom” como atriz, foste aluna na Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha. Sentes que de certa forma, o facto de teres estudado nesta cidade iluminou o teu caminho artístico?

É uma cidade que, apesar de viver para os seus estudantes e de ser pequena, está cheia de alunos de diferentes áreas artísticas, então tens um contacto tão grande e uma diversidade artística tão complexa que abre-te para todo o mundo, onde conheces muitas pessoas, muitas áreas artísticas diferentes e é como se fosse uma micro cidade artística. Claro, marcou-me muito e foi aí pela primeira vez que num festival de teatro, organizado pelos alunos de teatro, tive o primeiro contacto com os alunos da RESAD (Real Escuela Superior de Arte Dramático de Madrid) que seria a minha futura escola. 

 

E as Caldas da Rainha foram logo a primeira opção, devido ao contacto com diferentes áreas artísticas, ou passaste por outras opções?

A primeira opção que pensei foi o Porto, também por se encontrar mais perto de minha casa e optei pelas provas, mas houve um episódio caricato em que eu já tinha amigos nessa escola e disseram-me “Marta, está atenta ao site da ESMAE porque publicam o texto aí”, e precisamente nesse ano mudaram e colocaram a prova no site do Instituto Politécnico do Porto, então nesse ano eu levei a prova do ano anterior sem saber à ESMAE (Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo) e tive excelentes resultados, mas na prova de interpretação perguntavam uma e outra vez porque é que eu levava a prova do ano passado, e eu estava histérica, super nervosa tentei explicar “Não, tinha aqui amigos e disseram para ver a prova na ESMAE…” e claro, a prova que estava no site da ESMAE era do ano anterior. Uns meses depois, concorri para as Caldas da Rainha e no primeiro ano, os professores já do segundo e terceiro ano gostaram bastante de mim e convidaram-me a participar na peça do segundo ano, ou seja, estava no primeiro e convidaram-me a fazer uma pequena participação na peça do segundo ano, depois ao terminar a peça o ator Diogo Dória, que foi um dos professores que me tinha convidado a participar na peça, disse: “Quero apresentar-te uma pessoa!” e apresentou-me à professora Inês, que tinha sido a professora na ESMAE que me tinha chumbado na prova… O mundo é pequeno.

 

É verdade! Mas por um lado também foi um sinal de vitória por teres sido convidada por esses professores, não foi?

Exatamente, o Diogo Dória junto com o Luís Miguel Sintra são as grandes referências do cinema português e o facto de um professor com uma carreira tão completa convidar-me para o seu projeto do segundo ano, foi uma ótima experiência.

 

Recentemente estreaste-te no grande ecrã com “Elisa e Marcela” onde recebeste o estatuto de primeira atriz portuguesa numa produção da Netflix. Suponho que seja um misto de emoções?

Sim, é uma responsabilidade muito grande e um peso enorme, porque no setor masculino temos o Pepe Rapazote com anos e anos de carreira e eu comecei profissionalmente no teatro com 13/14 anos e é uma responsabilidade enorme, mas por outro lado também é uma felicidade ter 24 anos e ser a primeira mulher a estrear numa produção da Netflix, na categoria de atriz portuguesa. É uma felicidade muito grande, além disso nesse ano quando fui gravar para Barcelona e quando soube que era a Isabel Coixet, nem queria acreditar… A Isabel tinha acabado de ganhar o Prémio Goia de Melhor Realizadora de 2018, em Fevereiro, ou seja, 3 meses depois eu estava a gravar o filme com ela e nem queria acreditar, foi muito bom!

 

Desde a estreia de “Elisa e Marcela”, como tem corrido em termos de propostas dentro do mundo do cinema e também do teatro?

Depois desta notícia, ou seja, isto já foi gravado em maio 2018, mas só saiu este ano, recebi bastantes mensagens: tanto de amigos, familiares, como de colegas do setor audiovisual e teatral, alguns perguntando informações, como se trabalha e se vive em Espanha, outros dando os parabéns. 

Propostas por parte de trabalho em Portugal, ainda, não recebi nada, eu gostava de receber, obviamente, gostava de trabalhar no meu país, seria um grande gosto, mas na categoria de cinema, televisão e teatro ainda não recebi nada. De facto, tentei conversar várias vezes com a diretora de casting mais importante de Portugal, Patrícia Vasconcelos, mas ainda não tive a possibilidade de fazer nenhum casting. No entanto, aqui em Madrid, regressei no Verão e estreei um espetáculo no micro teatro Por Dinero em Madrid, na Gran Via, e estamos também a preparar uma peça de teatro em Novembro, já temos alguns espetáculos marcados para Saragoça, Madrid, com estreia em Dezembro.

 

E qual será o nome dessa peça?

“Stanford University Psychotic Variety Party”, da companhia MalPoloniaProducciones.

 

Estando a viver em Espanha, mais especificamente em Madrid, continua a ser difícil viveres noutro país apenas vivendo da representação ou dedicas-te a 100% a esta profissão?

Eu dedico-me a 100% a esta profissão, mas esta profissão não se dedica 100% aos seus atores. Infelizmente ainda há muita intrusão na área audiovisual, sobretudo pela questão da fama e da beleza estética, que vai mudando. Ainda há muitas pessoas a trabalharem como atores não sendo atores profissionais e isso afeta-nos. Nós, atores que estudámos 3 ou 4 anos, ou mais, para podermos trabalhar no nosso setor. Obviamente e infelizmente continua a existir muita precariedade no nosso setor.

 

Mas comparativamente com Portugal está acima?

Está muito acima. Também tem a ver com a própria instituição governamental que cuida da cultura. Em Espanha nós temos de comprar o bilhete uma ou duas semanas antes para poder entrar no Teatro Nacional. Já no Teatro Dona Maria II, penso que há dezenas de anos que isso não acontece e é uma pena. Por outro lado, aqui até aos 25 anos, entras em todos os espetáculos grátis da comunidade de Madrid, temos neste momento a sede da Netflix aqui e há muito mais cadeias de televisão e muito mais produções.

 

Mesmo com toda a qualidade de vida que Espanha consegue oferecer a um artista, voltar a Portugal ainda está nos planos ou não pensas em voltar ao teu país de origem tão cedo?

Eu, na altura, saí de Portugal porque queria melhorar como atriz e ser a melhor atriz possível, tudo o que estivesse nas minhas mãos eu fá-lo-ia e aqui encontrei um sitio onde podia trabalhar em grandes teatros e onde me é dada a oportunidade. Também fui a primeira atriz portuguesa que pôde aceder a uma audição para o Teatro Nacional. Era eu e mais 15 pessoas, nenhuma delas de outra nacionalidade. Em Portugal, ainda não acontece. Há muito poucas audições abertas, há muito poucos castings, então uma pessoa tenta estar onde há mais oportunidades, mas se houvesse uma oportunidade em Portugal eu faria o casting e iria muito feliz para lá, para ter essa oportunidade. Neste momento, vou procurar as oportunidades por cá, mas tenho sempre a porta aberta para voltar para o meu país.

Texto: Filipa Gaspar

Fotografia/Vídeo: DR 

Tindersticks- O Indie Rock refinado da banda icônica de Nottingham apresenta-se em Leiria em 2020


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Os ingleses Tindersticks vêm a Leiria, mais especificamente ao Teatro José Lúcio da Silva no dia 20 de Fevereiro de 2020, para apresentar o seu novo disco “No Treasure But Hope” que será lançado dia 15 de Novembro. 

A banda Indie Rock formada em 1992, comandada pela voz refinada de Stuart Staples, vão atuar também por Faro, Lisboa, Coimbra e Porto. Esta tour conta com os integrantes originais, para além do vocalista, o teclista David Boulter e o guitarrista Neil Fraser e, com os pós-integrantes, Dan McKinna, baixista desde 2007 e Earl Harvin Jr., baterista da banda desde 2010.

 

A indústria cinematográfica tem tido um impacto grande na banda, pois em 2016, Tindersticks realizaram o seu primeiro filme Minute Bodies: The Intimate World of F. Percy Smith, baseado nas colagens dos filmes de ciência feitos pelo naturalista e inventor F. Percy Smith, apresentado no IndieLisboa (Festival Internacional de Cinema) desse mesmo ano. 

A digressão que terá início em Janeiro do ano que vem já tem os bilhetes disponíveis. A data de Leiria começará pelas 21:30 e os bilhetes custam entre 25€ e 27,50€. 

Texto: Filipa Gaspar 

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U-Bike as bicicletas eléctricas do Politécnico de Leiria reduziram a emissão de dióxido de carbono


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As bicicletas ecológicas U-Bike do Politécnico de Leiria têm dado que falar e, este mês, o instituição de ensino anunciou que o uso destes velocípedes elétricos reduziram a emissão de 17 mil quilos de dióxido de carbono para a atmosfera, assumindo-se como uma grande conquista.

Estas bicicletas já foram conduzidas por 382 utilizadores, incluindo estudantes, professores, investigadores e técnicos das diversas escolas do Politécnico, neste caso Leiria, Marinha Grande, Peniche e Caldas da Rainha. Neste momento estão 183 bicicletas elétricas no ativo. 

Com uma autonomia de 100 km, o projeto pretende sensibilizar os cidadãos para utilizarem meios de transporte mais sustentáveis, de modo a reduzir o impacto dos veículos movidos a combustíveis fósseis e, para além disso, fazer com que a população adquira hábitos de vida mais sustentáveis, ecológicos e saudáveis. 

Texto: Filipa Gaspar 

Fotografia: DR 

O novo espetáculo “consciente” de Luís Franco Bastos está a caminho de Leiria


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Um dos grandes aclamados humoristas nacionais vem ao Teatro José Lúcio da Silva, no dia 10 de Janeiro de 2020, para apresentar o seu novo solo de stand-up comedy “Consciente”, que se ascende depois de “Roubo de Identidade” e “Voz da Razão”. 

Com um enorme percurso na rádio, como é o caso da rubrica “Outra Coisa”na Antena 3 ou ainda “Só Que Não” na Mega Hits, Luís Franco Bastos ficou conhecido pelas imitações sublimes de Cristiano Ronaldo, Cavaco Silva ou até Marcelo Rebelo Sousa, entre muitos outros. Marcou, igualmente, o seu caminho em programas como “5 Para a Meia Noite” e “Os Contemporâneos”. Recentemente criou um projeto em conjunto com Pedro Teixeira da Mota “Erro Crasso”, disponível na plataforma YouTube onde entrevista maioritariamente músicos e atores portugueses.

O humorista refere, “Porquê Consciente? Porque apesar de poder dizer o que me apetece, quero fazê-lo consciente de que nos podemos rir das coisas para pensarmos melhor nelas. Todos os temas abordados no espetáculo são distorcidos para serem, na verdade, melhor compreendidos.”

Os bilhetes estão disponíveis na bilheteira do TJLS ou também online. O preço é de 15 euros. 

Texto: Filipa Gaspar

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Nouvelle Vague: o fenómeno francês de música independente passa por Leiria em dezembro


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Os Nouvelle Vague regressam a Portugal para celebrarem os 15 anos do seu primeiro álbum homónimo. Apresentam-se em formato acústico, numa digressão que se instalará no Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria, no dia 6 de dezembro, mas também em outros cinco locais do país: Lisboa, Porto, Coimbra, Faro e Braga, entre os dias 3 e 8 de dezembro.

Foi no primeiro álbum, editado em 2004, que o grupo parisiense se tornou um enorme fenómeno, reinterpretando temas míticos dos anos 70 e 80, em versões de bossa nova e lounge, como o caso de “Love Will Tear Us Apart”, dos Joy Division, “Teenage Kicks” dos The Undertones ou, ainda, “Just Can´t Get Enough”, dos Depeche Mode. 

Esta tour de norte a sul do país, tem um caráter ainda mais importante, uma vez que a relação com o público português já é bastante duradoura. Essa relação deu-se com o primeiro concerto da banda, no Lux, em 2005, onde os bilhetes esgotaram no dia em que foram colocados à venda. Desde então, que sempre que Nouvelle Vague visitam o país os bilhetes esgotam em todos os concertos. 

 

Igualmente em Portugal, a banda gravou dois discos ao vivo, “Aula Magna” e “Acoustic”, disponíveis exclusivamente a nível nacional, marcando a relação de lealdade com o nosso país. Nesta digressão a banda de Marc Collin e Olivier Libaux, trazem consigo as vocalistas mais icónicas Phoebe Killdeer e Melani Pain. 

Os bilhetes rondam os 20 e 25 euros e encontram-se perto de esgotar. Não perca Nouvelle Vague às 21:30, no Teatro José Lúcio da Silva, para um concerto memorável.

 

Texto: Filipa Gaspar 

Fotografia: DR