Festival A Porta abre-se aos mais novos


O Festiva A Porta, que decorre entre 16 e 24 de junho, vai contar com cerca de trinta oficinas, atividades e experiências sensoriais para o público infantojuvenil, intitulada  A Portinha.

A diversidade programática é grande e aposta no encontro, nas relações criativas e promove novas ideias e experiências, sendo que não faltará oferta: workshops de fotografia, construção de máscaras e de livros, yoga, danças urbanas, viagens sensoriais, pães coloridos, reciclagem, oficinas de cinema de animação, kids zone, tecelagem vegetal e muito, muito mais. Pode consultar toda a programação aqui. 

Algumas das atividades requerem inscrição prévia, que deverá ser feita até dia 13 de junho (pode fazê-lo aqui).  Todas as atividades são de acesso gratuito, mas algumas têm lotação máxima, definida pelos artistas.

Assim, a organização realça a importância de começar as atividades à hora marcada e, por isso, apela ao público que compareça com cerca de dez minutos de antecedência.

Se nas oficinas sujeitas a inscrição faltar algum dos inscritos, poderão entrar outros participantes por ordem de chegada até atingir a lotação prevista.

Nos dia 16 e 17 de junho, as atividades decorrem no Jardim Vala Real. No fim de semana seguinte, dias 23 e 24, terão lugar na Rua Direita e no Parque do Avião, respetivamente.

 

Doses de humor negro servidas no Paddock no próximo sábado


Paulo Almeida, Rui Cruz e Luís Gomes vão estar em Leiria dia 10 de junho

Dia 10 de junho, o Paddock Wine Bar, em Leiria, prepara-se para receber a primeira de cinco datas das Comedy Sessions, que serão levadas a cabo pelos humoristas Paulo Almeida, Rui Cruz e Luís Gomes, este último em modo participação especial.

Com início marcado para as 22h, os três humoristas não deverão demorar a aquecer a sala, servindo os espetadores com doses de sarcasmo e humor negro à discrição.

Rui Cruz e Paulo Almeida são os humoristas mais experientes do cartaz, sendo mais conhecidos pelas suas incursões pelo humor dito mais negro, não olhando a limites e a quaisquer susceptibilidades que possam ser feridas quando colocam em prática os seus textos. Já trabalharam juntos em algumas ocasiões, sendo que o destaque vai para a escrita do programa Very Tipical, transmitido na SIC Radical, em 2016, no qual acompanharam Rui Sinel de Cordes e Manuel Cardoso no guião.

“Corrosivo. Indelicado. Negro. Sem tabus”. Foi esta a forma que Luís Gomes escolheu para se descrever na sua página de Facebook. Com isto em mente, será certo que irá ter uma participação especial a seguir os moldes dos restantes comediantes, pelo que se pode esperar muita corrosão e indelicadeza da sua parte.

Se no próximo domingo, 10 de junho, lhe apetecer soltar umas quantas gargalhadas à conta de assuntos mais sensíveis, pode reservar bilhetes enviando mensagem para a página de Facebook da Comedy Sessions, ou através de email para: reservas@comedysessions.pt. O preço de cada bilhete é de 7 euros.

 

Mais 14 nomes confirmados no Festival A Porta


O Festival A Porta confirmou mais 14 nomes para o seu já extenso cartaz. Encabeçada pelos First Breath After Coma, esta remessa de confirmações abrange nomes tão diferentes quanto estilos.

The Miami Flu, JIBÓIA, Mohama Saz e G Combo são alguns dos mais recentes confirmados. Para além da vertente musical, foram também confirmados quatro jantares temáticos e ainda uma exposição de artes plásticas de nome Casa Plástica.

Mais uma vez, o Festival A Porta não poupa esforços para presentear Leiria com uma oferta tanto de alta qualidade como de variedade de linguagens. Dia 16 de junho é o primeiro dia desta salada russa de artes, não perca oportunidade de participar. Mais informações na página oficial do Facebook.

Cinco bandas de Alcobaça que tem mesmo de conhecer


O concelho de Alcobaça tem, nos últimos tempos, visto crescer o número de bandas promissoras e está  a tornar-se numa espécie de incubadora de artistas, especialmente se se tiver em conta a dimensão do concelho. Abaixo, seguirá uma curta lista  de artistas alcobacenses que se têm destacado no panorama nacional e que certamente ainda têm muito mais para dar a conhecer.

1. Churky

Diogo Rico, de 25 anos, ou simplesmente Churky, é o nome do momento, após ter vencido o concurso EDP Live Bands. Em abril, lançou o seu EP intitulado “Estórias”. Em 2015, o álbum “Golden Riot”. Conseguiu todos estes feitos de forma independente. No futuro, graças à vitória no concurso, terá a oportunidade de gravar um novo álbum já com o selo da Sony Music, bem como a possibilidade de se apresentar em grandes palcos, como o NOS Alive e o Mad Cool Festival, este último em Madrid.

Em 2016, lançou um single intitulado “Tá Bom, Adeus!”, que foi incorporado no seu EP, tendo-lhe dado maior visibilidade, garantindo-lhe, até ao momento, 25 mil visualizações no Youtube.

Mais recentemente, em fevereiro deste ano, lançou um videoclip para a música “Estórias”, como maneira de introduzir o EP que viria a ser lançado dois meses depois, tendo obtido uma aclamação por parte dos ouvintes.

O músico conta, ainda, com uma participação no Festival da Canção, em 2015, como compositor da música “Mal Menor”,  interpretada pelo tenor José Freitas. 

Para breve, estarão reservadas muitas novidades, seguramente. Por enquanto pode vê-lo no Nazaré After Prom a 2 de junho. Acompanhe-o no Facebook, Instagram ou através do site oficial.

2. Stone Dead

Os bons rapazes de Alcobaça. Se não percebeu a referência, anda algo desatento do fenómeno que é esta banda. Composta por quatro elementos, João Branco, Bruno Monteiro, Jonas Gonçalves e Leonardo Baptista, a banda lançou, em 2017, o muito aclamado álbum “Good Boys”, levando-os a apresentá-lo por inúmeros países europeus, assim como ao Super Bock Super Rock.

Com uma energia cativante e um rock musculado e vibrante, a banda não tem deixado ninguém indiferente aos seus espetáculos e ao seu álbum, conseguindo angariar uma boa e fiel legião de fãs, levando mesmo a que pessoas como Joaquim Albergaria (baterista da banda Paus) e Mário Lopes (jornalista de música no Público) a afirmarem que se trata de um dos melhores álbuns de rock’n’roll gravado em Portugal por portugueses.

Desde então, após terem andado por todo o país – ainda recentemente apresentaram-se no Festival Muma, na ilha do Faial – e por vários países europeus, deram uma boa nova aos seus seguidores, ao anunciarem que estão a trabalhar num novo álbum.

A banda tem tanta qualidade quanto os seus integrantes, visto que Bruno Monteiro (baterista) e Leonardo Baptista (baixista) têm outros projetos paralelos e que se encontram presentes nesta lista, com Mr. Gallini e Fuzzil, respetivamente.

Acompanhe a banda no Facebook ou no Instagram.

3. Plastic People

“Uma banda que carrega toda a emoção de cinco rapazes de Alcobaça. Música simples, mas com uma máscara vibrante, que fala de amor e ódio, luxúria e decadência, através de canções que parecem saídas de um romance punk”. É com esta introdução que a banda, composta por João Tiago, André Frutuoso, Johnny Walker, João Gonçalo e Filipe Tanqueiro,  se apresenta na sua página de Facebook.

Estamos a falar de mais uma banda vencedora do EDP Live Bands, desta feita em 2017, e que tem estado a trabalhar no álbum a lançar sob o selo da Sony Music, pelo que a qualquer momento poderão anunciar a data de lançamento. Mas saiba que que se não gostar de Joy Division, Velvet Underground, Iggy Pop ou Jesus & Mary Chain, dificilmente irá gostar do álbum da banda alcobacense, ainda que isso pareça altamente improvável.

Resta saber se o nome da banda surge como inspiração da música “Plastic People”, de Frank Zappa, mas seja qual for a explicação, supondo que exista uma, a banda tem trabalhado para consolidar o seu próprio nome no mundo da música. 

A banda já foi confirmada como no festival Vilar de Mouros, entre 23 e 25 de agosto, faltando saber o dia da sua apresentação. Acompanhe a banda no Facebook, no Instagram e no Twitter.

4. Fuzzil

Surpresa: mais uma banda de Alcobaça. Contudo, são tudo menos apenas “mais uma banda”. Já com dois EP’s lançados — Boiling Pot e Molten π — este último em 2017, a banda cria o seu som nas influências dos longínquos e psicadélicos anos 60 e 70, transportando para o novo século uma aura carregada de fuzz, distorção e vocais melódicos.

Como foi previamente mencionado, um dos elementos da banda é o baixista dos Stone Dead, sendo que no alinhamento dos Fuzzil, Leonardo Baptista pega na guitarra e ajuda na voz. Os restantes elementos são Filipe Garcia (voz/guitarra), Alexandre Ramos (voz/bateria) e Wilson Rodrigues (voz/baixo).

A banda pretende continuar a ser um porta-estandarte para o que de bom se tem feito na Terra de Paixão, Alcobaça, e levar a sua música ao máximo de salas possíveis e imagináveis.

Os Fuzzil vão atuar no Sabotage Club, Lisboa, a 24 de maio e na Associação Social Desportiva Recreativa de Quintela, Viseu a 21 de junho. Siga-os no Facebook e no Instagram.

5. Mr. Gallini

Por último, mas não menos importante, chega Bruno Monteiro, que sob o pseudónimo Mr. Gallini, encontrou o espaço para se dedicar ao seu mundo alucinado e psicadélico.

Se nos Stone Dead é baterista e ajuda na voz, neste seu projeto dedica-se à guitarra e a dar voz às suas canções que têm causado furor, quer seja pelos temas e melodias ou simplesmente pelos vídeos que o próprio se tem dedicado a realizar.

Para 2018, Mr. Gallini tem preparada uma trilogia de álbuns, que já foi colocada em ação com o lançamento de “Lovely Demos”, em janeiro. E se “Lovely Demos” é mais inspirado nos Beatles, Pink Floyd e várias outras bandas da década de 60, o artista assegurou no programa “É a vida Alvim” em março passado que os restantes álbuns complementares da trilogia serão completamente distintos em termos de sonoridade, indo buscar influências mais recentes.

A Mr. Gallini’s Amazing Trilogy foi gravada e misturada no quarto do artista em Pisões, Alcobaça, totalmente sob a sua responsabilidade e com toda a liberdade criativa inerente a esse ambiente mais intimista.

Pode ver o artista a 25 de maio no Theatro Circo, Braga, e segui-lo no Facebook.

Churky vence EDP Live Bands e torna-se o terceiro músico alcobacense a ganhar o concurso


Churky foi o grande vencedor da 5ª edição do EDP Live Bands, destacando-se entre as cerca de 300 bandas concorrentes. Com a vitória, o músico alcobacense garantiu a presença no NOS Alive, em Algés, e no Mad Cool Festival, em Madrid, assegurando, ainda, um contrato discográfico com a Sony Music. 

Diogo Rico, mais conhecido por Churky, em declarações à TIL, afirma que se encontra “num rollercoaster infindável” após dois meses que seguramente o encherão de orgulho após ter lançado, em abril, o seu EP ‘Estórias’, culminando com o triunfo no concurso, no passado dia 18 de maio. Ainda assim, “estou seguro”, sustenta.

Ao conseguir a vitória, Churky tornou-se no terceiro artista do concelho de Alcobaça a vencer o concurso, após os Plastic People e Cavaliers of Fun terem alcançado o feito em 2017 e 2015, respetivamente. “Começo a achar que estamos a escrever alguma história em Alcobaça”, assegurou, quando confrontado sobre essas múltiplas vitórias de artistas alcobacenses e sobre nomes como Stone Dead e Fuzzil estarem a consolidar-se no panorama nacional. “Todas elas [as bandas mencionadas] têm uma força e vontade brutal de fazer coisas acontecer”, afirma.

O músico alcobacense desistiu dos estudos ainda com 15 anos para se poder dedicar exclusivamente à sua música, assegura que nunca se sentiu sem rumo ou que tinha cometido um erro. “Ainda hoje me lembro da conversa que tive com os meus pais sobre isso. Agradeço-lhes todos os dias a compreensão e a confiança que depositaram, na altura, num garoto de 15 anos. Não deve ser fácil”, recorda. Desde então, já colaborou com algumas bandas, mas tem sido a solo que se tem realmente destacado, tendo lançado o álbum “Golden Riot”, em 2015, de forma independente, assim como o já mencionado EP “Estórias”, em abril último.

Para o futuro está reservado um novo álbum, desta feita sob a alçada da Sony Music. Questionado sobre o disco, Diogo apenas refere que “ainda está em fase embrionária”. “Mas sei que vai ser em português, por opção minha”, sublinha. Seguramente que, em português ou inglês, serão sempre músicas com muito “amor, paz e harmonia”. Foram essas as três palavras que o artista escolheu para definir a sua música.

Para breve, deverão estar na calha várias novidades sobre o músico, relativamente a datas e locais de concertos, que serão oportunamente anunciadas na TIL. Até lá, há a hipótese de assistir ao concerto de Churky no evento Nazaré After Prom, no dia 2 de junho.

Conheça mais artistas vindos de Alcobaça que tem mesmo de conhecer aqui.

Festival Impulso: 3 dias de concertos com mais de 30 bandas nas Caldas


A cidade das Caldas da Rainha prepara-se para receber a primeira edição do Festival Impulso, que terá lugar nos dias 23, 24 e 25 de maio, no Centro da Juventude das Caldas da Rainha.

Paus, Octa Push, Gala Drop, Filho da Mãe, Nerve, Memória de Peixe e Mike El Nite são apenas alguns dos mais de 30 artistas nacionais a apresentarem-se neste novo evento, que tem como principal objetivo promover a descentralização e a oferta cultural. Em adição à música, haverão, também, exposições de fotografia, videomapping e cinema.

O Festival Impulso é um evento multicultural que nasce no âmbito da celebração do 15º aniversário da Licenciatura em Som e Imagem da Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha, naquela que será uma parceria entre professores e alunos, um pouco à imagem do que se sucede no outro festival da cidade, Caldas Late Night (já é um must no panorama cultural nacional).

Bilhetes

Bilhete Diário – 10 euros

Passe Geral – 20 euros

“Radio Gemini” é o novo álbum de David Fonseca e promete ser uma “clara provocação ao ‘establishment do gosto’”


“Radio Gemini” marca a celebração dos 20 anos de carreira do artista leiriense David Fonseca. Quinze desses anos foram passados a solo e os outros cinco nos extintos Silence 4. Este álbum é o sucessor de “Futuro Eu”, lançado em 2015.

O novo disco de David Fonseca será editado dia 25 de maio, naquele que será o sétimo álbum de originais do músico leiriense. Em “Radio Gemini”, o músico regressa ao registo em inglês, ao contrário do que aconteceu no seu antecessor, que foi exclusivamente composto em português, e “cruza alguns universos da soul, como de Marvin Gaye, e alguma eletrónica, que se misturam no meu universo”, como o músico adiantou em dezembro passado, numa entrevista.

Entre “Futuro Eu” e “Radio Gemini”, o músico deu a conhecer “Bowie70”, em 2017, naquele que foi um tributo póstumo, interpretando vários temas de David Bowie, onde colaborou com Rui Reininho, Camané, António Zambujo, Rita Redshoes, Márcia, entre outros.

O álbum será constituído por 21 temas, tendo o primeiro single, “Get Up”, sido lançado em dezembro do ano passado. Desde então, “Oh My Heart” (com videoclip gravado no Japão, realizado pelo próprio) também já se encontra disponível, tendo sido ambos bem recebidos pelos ouvintes.

O disco, que está disponível para pré-venda desde 2 de maio, é apresentado, em comunicado de imprensa, como uma “clara provocação ao ‘establishment do gosto’, como se o círculo se fechasse e voltasse a uma espécie de adolescência criativa, mas com todos os recursos que o caminho percorrido lhe proporciona”.

O artista irá estrear o seu novo álbum no dia a seguir ao lançamento, dia 26, com um concerto no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra. David Fonseca ainda não confirmou nenhum concerto de apresentação do álbum em Leiria.

 Datas confirmadas

26 de maio – Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra

29 de maio – Convento de São Francisco, Coimbra

9 de junho – Casa da Criatividade, São João da Madeira

19 de junho – Cine-Teatro Louletano, Loulé