Frankie Chavez e mais 6 concertos a não faltar esta semana


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Esta semana vamos desde lembranças do terramoto de Lisboa em 1755, às homenagens aos Joy Divison, passando pelos Quinta do Bill em formato aumentado com uma passagem pela música mais agressiva e pela música aleatória.

  • Miguel Gizzas: O Dia em que o Mar voltou 21h30 – Teatro José Lúcio da Silva // 15 de janeiro

Uma peça como nunca antes vista! Miguel Gizzas junta literatura, cinema e música em “O Dia em que o Mar Voltou.” Um livro que reconta o terramoto de Lisboa em 1755, é a história de homens comuns tornados heróis pela força das circunstâncias. Complementando a história com a música, são explorados o fado, blues, pop progressivo e até fusões inesperadas entre o rock e a marcha popular. Uma experiência como nunca tinha visto nem ouvido. Formado em Economia pela Universidade Nova de Lisboa em 1993, e depois docente da Universidade Católica Portuguesa, Miguel Gizzas apenas se tornou músico profissional em 2001 e fez mais de 500 atuações antes de editar o primeiro álbum “Tempo Ganho”, em 2014 publicou esta peça de arte que junta várias formas de expressão. A entrada é livre limitada à lotação da sala!

 

  • Shivers + Ash is a Robot 23h – Texas Bar // 18 de janeiro

Ash is a Robot, uma clara referência ao personagem Ash do filme Alien, o oitavo passageiro de 1979. Esta banda de Setúbal conta com Cláudio Anibal, Renato Sousa, João Descalço, Francisco Caetano e Vasco Rydin e cai no espectro do post-hardcore, rock alternativo e punk progressivo. Formados em 2012 e com influências que vão desde Mars Volta, a Nine Inch Nails, a Sonic Youth e a Dillinger Escape Plan, a mistura bombástica só podia dar bom resultado. Aclamados pelas suas prestações ao vivo, os Ash is a Robot vêm ao Texas partilhar o último álbum, Return of The Pariah The Chronicles of Edward que pôde ser gravado recorrendo ao crowndfunding

Os Shivers são uma  dupla de punk-rock formada em 2001 por João Arroja na bateria e vocais e Igor Agouzado na guitarra, vocais e acordeão e que não tem igual. Talvez o mais semelhante seriam os saudosos Comme Restus. Musicalmente são irrepreensíveis, mas as letras é que vão dar uma volta a todo tipo de temas, como kebabs e bifanas ao jantar da avó sem nunca se levarem a sério. Um concerto cheio de punk e aleatoriedade que tanto os amantes de boa música como os outros não vão querer perder!

As entradas custam 5€ e são adquiridas no dia!

 

  • Lucky Duckies 21h30 – Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha // 19 de janeiro

Os Lucky Duckies são uma das mais reconhecidas bandas de Vintage Swing e Rock’n’Roll e marcam presença no Centro Cultural das Caldas para mais um concerto que se espera bastante enérgico. Já contam com cinco álbuns e dois DVD lançados e, além das composições originais inspiradas em estilos retro, trazem-nos também muitos clássicos da música internacional e também portuguesa dos anos 20 aos anos 60 do século passado. Um concerto que junta o antigo e o mais recente, homenageando os tempos áureos do estilo e perfeito para os saudosistas e amantes do estilo, desde as roupas aos acordes. Os bilhetes custam entre os 10€ e os 17,50€ e ainda há bastantes disponíveis online.

 

  • Frankie Chavez 21h30 – Centro Cultural Gonçalves Sapinho na Benedita // 19 de janeiro

Frankie Chavez, ou Joaquim Chaves, é um músico, cantor e compositor português que firmou o seu lugar na música portuguesa ao trazer noções novas à utilização de guitarras, principalmente a portuguesa. Tendo editado já três discos, onde demonstrou o seu potencial como letrista, criador de melodias e riffs, Frankie tem como base sempre a guitarra, seja acústica ou elétrica e sabe sempre bem ouvi-lo. Para este concerto volta às origens ao encarar a plateia sozinho, sem truques nem ajudas, apenas e só, Frankie Chavez. As entradas têm o custo de 10€.

 

  • Quinta do Bill + Associação de Filarmónicas do Concelho de Leiria 21h30 – Teatro José Lúcio da Silva // 19 de janeiro

Os Quinta do Bill não precisam de qualquer introdução e voltam a Leiria com um formato já conhecido. A banda de Tomar volta a apresentar um formato que resultou muito bem da primeira vez e que continua a resultar. A junção com, neste caso várias, bandas filarmónicas realça os ritmos e melodias que normalmente não têm tanto destaque. Onde velhas canções levam uma roupagem diferente e mais envolvente, os Quinta do Bill não se poupam, nem aos fãs, nestes concertos, e para os amantes da banda este é um concerto a não perder. Os bilhetes custam 18,76€ e 16,42€, com desconto, e aconselhamos a que se apresse que os lugares disponíveis já escasseiam!

 

  • Closer – Banda de Tributo a Joy Division 23h – Stereogun // 19 de janeiro

Os Closer são uma banda de Lisboa formada em 2013 para homenagear o grupo britânico que mudou a história da música entre os anos 70 e 80. Considerados os pais do post-punk, os Joy Division formaram-se em 1976 em Manchester e alteraram para sempre a história da música liderados pelo enigmático Ian Curtis. Ele que era a alma da banda levou ao seu abrupto fim suicidando-se em 1980. Os restantes membros continuaram e formaram os New Order. Para quem gosta de Joy Division este concerto é imperdível. A entrada custa 5€ + consumo obrigatório de uma bebida.