A 1ª emissão dos Mini Repórteres – o que os pequenos escreveram?


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O evento da TIL, inserido na Portinha do Festival A Porta, trouxe na primeira tarde 7 futuros jornalistas. E isto foi o que eles conseguiram reportar do concerto de 24h dos First Breath After Coma e das exposições na Casa Plástica.

Afonso, Laura, Pedro, Maria, Rafael, Rodrigo e Rúben foram os nossos primeiros sete jornalistas e fotojornalistas de serviço. Neste evento, que contou com a presença dos convidados especiais Beatriz Lopes (Renascença) e Idalécio Francisco (Comunidade Cultura e Arte), levámos as crianças a entender um pouco mais e a relatar o que cada uma estava a ver ali no Festival A Porta.

Feitas as apresentações, dirigimo-nos à Casa Plástica. Aí os miúdos estiveram à fala com Hugo Ferreira, o diretor artístico da Omnichord Records, que falou um pouco sobre o início do First Breath After Coma e o porquê deste concerto de 24 horas seguidas.

Entrevista dos Mini Repórteres a Hugo Ferreira

Todos escreveram no seu bloco de notas que a banda já existe há 12 anos e que se conheceram todos na escola (quem sabe se não são eles os próximos a entrar na Omnichord).

De seguida, os pequenos jornalistas observaram a banda a tocar. Entre as várias coisas, escreveram sobre o que a música dos leirienses lhes transmitia. Estas foram algumas das suas observações:

“Ao ouvir esta música penso em coisas agradáveis” – Maria

“Esta música traz-me calma e faz-me relaxar” – Rafael

“A banda está a improvisar novas músicas” – Afonso

“Ao ouvir esta música penso em sons” – Pedro

Nos seus textos, também foram apontadas algumas curiosidades engraçadas, que os pequenos conseguiram descobrir por si só:

“O baterista a tocar tem a cabeça para baixo” – Maria

“O teclista tem as pernas cruzadas e está descalço” – Maria

Foto tirada por um dos Mini Repórteres (e havia mesmo alguém descalço)

Por fim, os jovens Mini Repórteres foram à procura das artes pela Casa Plástica dentro. Pararam numa obra de Lenny. Dali, após alguns minutos de observação, conseguiram tirar algumas brilhantes conclusões:

A famosa pintura com a caveira, sob o olhar atento dos nossos convidados e voluntária

“Na Casa Plástica eu vi o espaço, uma parede pintada com seres vivos (e uma caveira)” – Maria

“Na Casa Plástica eu vi cores” – Pedro

Por fim, todos se juntaram no Jardim da Vala (o ponto de encontro) e cada um partilhou aos restantes colegas, os textos que escreveram. Uma sessão muito divertida que deu algumas luzes às crianças daquilo que é o jornalismo.

Muitas perguntas sobre o que é o jornalismo!

Um obrigado especial à Beatriz Lopes, Idalécio Francisco e Marisa Ferreira (voluntária A Porta) pela ajuda durante o evento.

(em atualização)