First Breath After Coma dão concerto de apresentação do novo álbum em Leiria


A cidade que os viu nascer é também a primeira que vai ouvir as novas faixas do novo álbum NU. O evento está marcado para o Teatro José Lúcio da Silva

2019 é o ano dos First Breath After Coma. Pelo menos é assim que se antevê, depois de um final de 2018 intenso com a saída do primeiro single de NU, que levantou boas críticas dos fãs da banda leiriense. Relembre a reportagem que fizemos com um dos figurinos do videoclip Heavy.

Tal como a TIL também anunciou, o novo álbum dos First Breath After Coma chega às lojas e plataformas digitais no dia 1 de março.  A grande novidade está no concerto de apresentação de NU, que acontece na cidade Leiria, no dia 6 de março às 21h30. O concerto terá lugar no Teatro José Lúcio da Silva.

Como estamos a falar de uma apresentação de um álbum, haverá a opção de comprar o bilhete+CD ou bilhete+vinil , forma muito usada pela editora da banda, a Omnichord Records. Os bilhetes ainda não estão à venda.

Crítica: Terra Franca – Uma etnografia contemporânea


Crítica do realizador Bruno Carnide

Gosto de ver um filme a saber pouco ou nada sobre ele. Com “Terra Franca” sabia que falava sobre um pescador do Tejo e tinha visto um pequeno teaser, há uns meses, que nada acrescentava ao que pudesse desvendar do filme.

Podia, então, dizer que estava apto para ver o filme como gosto. E, assim, fui para o Cinema City de Leiria.

Da realizadora, Leonor Teles, conhecia as curtas, aliás passaram por cá todas no Leiria Film Fest, e estava curioso para perceber se a mesma linguagem se aguentava 80 minutos em “Terra Franca”, ou se iria mudar algo.

E mudou tudo. Desde logo a história deixou de se focar nas vivências da realizadora – não que não esteja de certa forma ligada a ela – mas já não aborda temas que lhe são directamente pessoais e aí vemos uma grande mudança. Leonor Teles deixa de ser um personagem presente no filme, como acontecia nas curtas, e passa a ser apenas o espectador, o olho, a câmara, o silêncio.

O filme começa lento, mas a cada minuto vai agarrando o espectador. A família Lobo, da qual retrata o filme, ganha-nos a confiança e vai-se abrindo cada vez mais a cada estação que passa. Os seus medos e frustrações são-nos expostos como se fizéssemos parte deles, como se fossemos mais um dos Lobo, até que no final somos, finalmente, convidados a fazer parte daquela família, num momento que lhes toca e que os faz voltar à tranquilidade.

Terra Franca é um bom documentário, mas será um ainda melhor documento etnográfico daqui a alguns anos. Urge registar a vida de hoje, que parece tão efémera como um “story”. Urge reflectir sobre isso, e valha-nos a Leonor, e mais alguns, claro, que volta e meia nos brindam com estes verdadeiros documentos históricos da vida moderna.

 

Classificação: 7/10

Bilhetes para o filme aqui

Sushiama vai fechar portas


É daqueles para quem o fim-de-semana rima inevitavelmente com sushi? Então é com pesar que lhe dizemos que a partir do próximo terá menos um sítio onde desfrutar.

O restaurante Sushiama, no largo da Padeira de Ajubarrota, acaba de fazer saber aos seus clientes e seguidores que o espaço irá encerrar permanentemente. Nas redes sociais o restaurante japonês afirma que aquele mesmo espaço dará lugar a um novo projeto e a uma nova gerência que se vira, essencialmente, para os sabores italianos.

Se não consegue deixar de prestar uma última homenagem de despedida aos temakis, nigiris ou sashimis e à qualidade a que o estabelecimento nos habituou, é melhor apressar-se para reservar mesa. O restaurante encerrará os seus serviços já no próximo dia 13 de Janeiro.

 

Texto: Marta Lopes
Fotografia: DR

Salvador Martinha: “Não sei se hoje em dia o meu tipo de stand-up é para toda a família”


Estivemos à conversa com o humorista Salvador Martinha, depois do seu show em Alcobaça. Ele que segue em altas nesta temporada 2018/2019 com o seu novo solo Cabeça Ausente (atua em Leiria e Caldas da Rainha ainda este ano). Falou-nos do seu défice de atenção, a evolução do humor e alguns dos projetos pessoais.

 

Porquê o nome Cabeça Ausente para o teu espetáculo? Surgiu naturalmente ou tem um pouco a ver com a tua própria distração?

Sim, eu sempre fui distraído e está relacionada com isso. Há ideias que já me acompanham há algum tempo. Por exemplo: o “Défice de Atenção” (nome do antigo solo de stand-up) era uma delas. Tive no outro dia no psicólogo e ele disse-me que eu tinha défice de atenção, o que é natural porque tenho muita dificuldade em concentrar-me. A questão é que quando estou distraído, eu não estou a pensar em branco.  No fundo este espetáculo é aquilo que eu estou a pensar quando aparentemente estou distraído.

 

Que acontece também quando estás a comunicar diretamente com o teu público…

Acontece, claro. Fui pesquisar o termo “Défice de Atenção” no Google, fui dar a um site brasileiro, que dizia que o significado era “Cabeça de Viajante”. Depois decidi alterar o “viajante” pelo “ausente” porque muitas pessoas dizem que eu sou muito ausente, que é uma característica minha. Pessoas diferentes que nem se conhecem entre si, dizem várias vezes que eu sou ausente.

 

Ausente mas tens estado em todo o lado com este teu solo.  Depois deste espetáculo em Alcobaça, ainda vais a mais dois locais do distrito (Leiria e Caldas da Rainha). Corrige-me se estiver enganado: fizeste todas as tours nestas cidades, certo?

Leiria e Caldas da Rainha sempre. Alcobaça é que com esta foi apenas a segunda vez.

 

E sentes alguma diferença deste público do Oeste e centro do país?

Em relação ao Oeste, acho Caldas e Alcobaça um bom público. Por exemplo, ainda hoje (dia 15 dezembro) trouxe alguns temas arrojados e não houve um “eiiiiii” de quem ficasse ou se sentisse minimamente ofendido.

 

Mas já sentiste isso em outros pontos do país? 

O público do Norte é naturalmente mais solto. Mas, sinceramente, acho que cada vez mais o público está a ficar mais “à Norte”. E também cabe ao humorista transformar um público bom, depende sempre de ti. Nunca digo que o espetáculo correu mal por causa do público. Posso, no máximo, dizer que “hoje o público não estava forte”. Nada mais que isso…

Salvador Martinha é um dos expoentes máximos do humor em Portugal

Senti, durante o teu espetáculo, que as pessoas que vêm propositadamente aqui não estão viradas para as cedências do politicamente correto. Concordas?

Claro! Tu ao pagares bilhete já vens com essa predisposição. Não dizes: “Vou pagar 12 euros para não me rir”. Eu acho que as pessoas sabem ao que vêm, isso é a vantagem de seres comediante há algum tempo. As pessoas conhecem e já sabem que vêm rir.

 

E sentes que o teu próprio stand-up também evoluiu com isso?

Este espetáculo é um bocado diferente dos outros, é mais denso. Os temas são diferentes. Não sei se hoje em dia este tipo de stand-up é para toda a família. Se colocares o meu texto a um humorista mais pesado, se calhar as pessoas vão achar as piadas mais pesadas, também.  Eu tenho esta cara meio fofinha e às vezes digo as piadas e “AHAH” (na minha cabeça). Ninguém riu mas lancei a “bojarda”! Gosto de estar nesse limite.

 

Pois, agora o teu espetáculo até é para +16…

Sim, exatamente esta questão que te falei. Mas trazias um miúdo de 14? Depende sempre mas provavelmente também conseguiria assimilar estas piadas.

 

O que achaste do Prós e Contras sobre os Limites do Humor. Tens alguma opinião sobre o tema?

Se agora estivesse na rádio colocava uma música por cima. Para mim é um tema repetido. Por exemplo, se eu de comboio todos os dias para chegar ao trabalho, não me convidem para andar de comboio. É por aí! Acho que os humoristas verdadeiros têm todos a mesma opinião. Não gosto de crescer do meu trabalho à conta de polémicas, entrevistas, etc. Prefiro genuinamente conquistar as 200 pessoas que estavam aqui hoje, do que 8000 no Prós e Contras por uma coisa que eu digo todos os dias. Não quero esse doping!

 

Preferes ter o teu espaço para dizer as coisas à tua maneira, não é? Foi também por isso que criaste o teu podcast “Ar Livre”?

Sim, exatamente. Essa é a minha verdadeira resposta! Viste a quantidade de pessoas em Alcobaça que conheciam o podcast? Para aí 25%, é uma boa fatia. Quanto ao podcast é algo que eu gosto muito de fazer. O que me custa mais é a regularidade. E não me importo de o fazer gratuitamente até porque é o que costumo dizer: se a malta não vem aos meus espetáculos, eu não preciso de patrocínios. Só me quero preocupar em fazer mais e melhor! Agora aquilo tem a sua limitação que também é a sua maior força: como não tem imagem acaba por ser a limitação para crescer mas no fundo também é a grande força do podcast.

 

Li que também vais voltar com o teu programa de youtube “Sou Menino Para Ir”…

Sim, vamos para a Fox Comedy. Digam às pessoas para lançarem desafios. Aliás, que a própria TIL lance um desafio. Quem sabe se ainda não apareço por cá.

Música de pianista da Marinha Grande em destaque na nova publicidade internacional da LG (vídeo)


Chama-se André Barros e é um dos mais ativos jovens compositores portugueses na cena internacional.  Entrou em 2019 com o pé direito, não fosse dele a música da nova televisão do futuro.

O futuro está mais perto do que nós imaginamos e, por isso, a LG entrou, em 2019, com um vídeo da nova tecnologia, que auto-intitula da televisão do futuro.  A nova televisão 4K é dobrável, cabe numa caixa rectangular de forma a que o ecrã não arruine a decoração da casa. E, melhor que tudo isto, tem André Barros e o seu piano a conduzir esta história de inovação, mas igualmente próxima do telespetador.

O pianista, natural da Marinha Grande, é já um expert em anúncios de algumas das mais importantes marcas do mercado. Entre elas destacam-se temas para publicidades da Volvo, Volvo Trucks, Craft, Stihl, Dometic, entre outras. Tudo isto acontece com frequência porque André, como disse à TIL, está ligado a uma produtora sueca. Se bem que trabalha diretamente com “agências de publicidade suecas, alemãs e neste caso, sul-coreanas”.

Fotografia: Ricardo Graça

“Felizmente tenho conseguido produzir bons resultados e não desiludir, apesar de muitas das vezes trabalhar com deadlines muitíssimo complicados”, confessa André, sobre esta frequência e intensidade das composições que produz para estes anúncios publicitários.

André Barros trabalha de perto com a editora leiriense Omnichord Records com quem já editou dois álbuns de originais. Além do projeto a solo destacam-se, também, colaborações com a islandesa Myrra Rós e, mais recentemente, com Valter Lobo, com quem criou os Lobos de Barro.

O novo vídeo da LG, com a música de André Barros:

Leiria é a próxima META de Carlos Coutinho Vilhena


O stand-up comedian chega a Leiria com o seu espetáculo META. 

Puré de Gansopick a milho ou dia di festa são expressões que lhe dizem alguma coisa? Se sim, é porque deve ser fã de Carlos Coutinho Vilhena, o humorista da nova geração com grande sucesso nas redes sociais e já com dois espetáculos de stand-up comedy a solo.

Carlos Coutinho Vilhena vem a Leiria com o mais recente espetáculo META. O jovem humorista atua no Teatro Miguel Franco, no próximo dia 6 de março, às 21h30.

Neste momento, Vilhena conta com um podcast semanal na Rádio Cidade FM, Quem Nunca. Entre os vários projetos que desenvolveu nos últimos anos, destaque para a série Bon Vivant, no youtube.

Descrição do espetáculo:
Depois de várias salas esgotadas em Lisboa e Porto, Carlos Coutinho Vilhena inicia a sua tour nacional com o segundo solo “META”. Todos nós temos uma meta na vida, a meta do Carlos é que o espectáculo compense o valor do bilhete. Mas também tem outras mini-metas, como vencer a discussão com a namorada, fazer com que o amigo se esqueça dos 7 do jantar no Burguer King e chegar aos 30 sem ter de pedir dinheiro aos pais.  

Os bilhetes podem ser comprados na sede do Teatro ou então na ticketline. Todos têm o valor único de 12 euros.

Lis Shopping tem finalmente data de abertura!


Este que vai ser o novo Centro Comercial de Leiria, o Lis Shopping já tem inauguração prevista

Está oficializado o mês de abertura para o Lis Shopping, o novo  centro comercial localizado nas antigas instalações da Auto Leiria (junto à rotunda do Porto Moniz). Segundo o comunicado de imprensa “todos os futuros espaços já estão reservados, prevendo o promotor, que a abertura do Lis Shopping seja em abril de 2019”.

Este novo centro comercial vai ter uma área com cerca de 7770 metros quadrados, tendo como principais  inspirações o Rei D. Dinis e o Pinhal de Leiria, dois grandes marcos da cidade.

Lis Shopping abre em abril

Quanto aos espaços comerciais no Lis Shopping, este vai contar com um McDonald’s (incluindo os serviços de McCafé e McDrive).

No total as áreas comerciais estarão divididas por dois pisos, que vai incluir um supermercado da cadeia Pingo Doce, um ginásio FitnessHut, um centro Norauto (reparação e manutenção automóvel), uma Clínica dentária de Santa Madalena, uma loja da Rádio Popular, a Opticalia e os serviços de uma farmácia. Além destes, também haverá uma Papelaria Americana e um posto de abastecimento da Prio.

Segundo Alberto Henriques, Director Geral das Caves da Montanha este investimento feito no Lis Shopping “vai criar mais 150 a 200 postos de trabalhos diretos” e também dinamizar uma nova zona da cidade.

 

Fotos: Lis Shopping

Crítica: O Natal chegou mais cedo com a malta da Omnichord


Há três anos que a Omnichord habituam-nos a concertos de final de ano. Mas este ano juntou a família toda, tal como se pede nesta quadra natalícia.

Noite de 21 de dezembro. Lá fora as luzes de Natal brilhavam ao som de músicas dedicadas a esta época do ano, e lá dentro (do Teatro José Lúcio da Silva) ia ficando lotado com 700 pessoas que não sabiam muito bem ao que iam mas, tal como o Natal o prevê, sairiam de lá com muitas e boas surpresas.

O evento estava a cargo da Omnichord Records, se já tem por hábito ter eventos culturais das suas bandas neste fim de semana pré-Natal. Os First Breath After Coma e Surma foram os artistas escolhidos o ano passado para dar a conhecer a boa música que se faz pela cidade.
Desta vez a ideia tinha tanto de diferente como de misteriosa. Sabia-se apenas que o evento chamado Omnichord Take Over TJLS 2018 trazia a palco todas as grandes bandas desta editora: Surma, André Barros, Bússola, Ghost, Few Fingers, Twin Transistors, First Breath After Coma, Le Crazy Coconuts, Nice Weather For Ducks, Whales e Nuno Rancho. Além de todos estes artistas, ainda houve espaço para a participação especial de Lince.

Foto: Sal

A noite começou com uma das grandes sensações do panorama nacional português em 2018: Surma, numa também das novidades da sessão que se deu pelo nome de Christmas Open Mic, onde um artista tinha direito a cantar uma música que não sua. Surma foi a primeira, seguiu-se Pedro Carvalho, Luís Jerónimo (NWFD), Lince, First Breath After Coma e terminou com Nuno Rancho.

André Barros e Tiago Ferreira (Bússola) tocaram em conjunto no piano, suavizando e harmonizando todo um ambiente acústico à sala. No final dos dois temas Autism e A Cidade na Barriga da Mãe uma grande salva de palmas para os dois artistas.

Seguiu-se Pedro Carvalho no Christmas Open Mic a tocar o tema Ghost, original dos Whales.

A festa foi começando a crescer e com isso uma junção de bandas mortífera, não se juntasse uma grande diversidade de sonoridades. Few Fingers, Twin Transistors e os First Breath After Coma subiram a palco para também tocar um dos temas mais famosos dos Whales: Big Pulse Waves. Os riffs das guitarras fizeram agitar até os mais tímidos no público.

Os Few Fingers continuaram em palco e a eles juntaram-se os Les Crazy Coconuts e Surma a tocar um tema desta última, Maasai. Aqui já se sentiram os ambientes mais eletrónicos e desconcertantes, com pena do público estar sentado porque a batida estava mesmo a pedir para as pessoas abanarem mais do que a cabeça.

Seguiu-se o momento mais pop da noite. Luís Jerónimo, dos Nice Weather For Ducks e Jerónimo, chegou-se perto do microfone para, sozinho, cantar um Last Christmas dos Wham, com a sua guitarra acústica. Um momento muito giro, com a magia da maioria das pessoas a entoar em uníssono o tão conhecido refrão da música.

Com o espírito de Natal completamente entrosado, estava na hora dos Whales e os First Breath After Coma se juntarem (fizeram-no por duas vezes) e darem o espetáculo mais eletrizante da noite, com nota para  o vocalista dos FBAC, Roberto, que surpreendeu com a força e poder da sua voz, face aos instrumentais em alta rotação!

Depois foi a vez da convidada especial Lince, em mais um Christmas Open Mic, fazer juras de amor aos elementos dos Nice Weather For Ducks, ao tocar ao piano um dos principais hits da banda festiva, com o tema Marigold.

Seguiram-se os Jerónimo que tocaram dois temas com outros dois artistas de Leiria: Surma e FBAC, à vez. Primeiro com Surma a canção Drog e mais tarde com a banda leiriense In a Bunker.

A noite estava boa, intensa e os artistas sorriam e passavam também aquele espírito natalício para o público, com alguns deles a levantarem-se e a bater palmas ao ritmos dos batuques das músicas.

Foto: Região de Leiria

O momento mais querido do Natal ficou a cargo dos First Breath After Coma que, equipados com aquelas clássicas camisolas de Natal, juntaram-se e em coro desenvolveram um Silent Night que tanto fez rir como contagiar a plateia. Até porque é mesmo isso o Natal!

Para as pessoas também não se levarem apenas por este ambiente mais melancólico, saltaram os Nice Weather For Ducks juntamente com Le Crazy Coconuts para dar novo ambiente colorido ao Teatro, com a música Cosmic Car. A viagem fazia-se a um caminho que todos queriam apanhar boleia, mas pararam numa estação que nem todos estavam preparados. Em seguida apareceu Nuno Rancho, ele e a sua guitarra, para pela primeira vez fazer um cover da nova música dos FBAC, Heavy. Uma prova que não se antevia fácil mas que foi claramente superada, pelos tantos aplausos que ecoaram na sala.

Por fim, ouvimos Paulo Pereira & Guests com God Only Knows e depois juntou-se toda a família da Omnichord Records (Hugo Ferreira e toda a produção do espetáculo incluídos) para cantar a Untiled Love #2 dos Nice Weather For Ducks, agora pela voz de Luís Jerónimo.

Foi uma noite bonita, surpreendente e uma noite também onde se deve questionar a força que a música tem em Leiria.

 

 

Testemunhos:

Foi mesmo bonito. E muito competente a nível técnico ( que era tramadíssimo com tanta gente e tanta coisa, como imaginas). É um luxo trabalhar com uma geração de ouro como esta. Oxalá as entidades e os promotores olhem mais para eles porque merecem mesmo viver da música para nós darem cada vez mais. Hugo Ferreira, Omnichord Records

O Takeover da Omnichord assaltou-nos a atenção e absorveu-a durante uma hora e meia de fusões que nunca estariam ao alcance de songoku e vegeta. Estes super guerreiros musicais de Leiria criaram versões de diversos temas do seu catálogo e ainda foram buscar energia para, comicamente sérios, recriarem temas de natal. Uma sala que se encheu de amor, orgulho e “rock n’roll”,  Walter Santos, 29 anos

Há lá melhor coisa que voltar à nossa terra natal e ter um espetáculos destes? Para mim não há! Esta junção de tanto talento infernal resultou em explosões sonoras incríveis. Foi um Takeover de sala cheia, repleta de sorrisos e boa disposição. É o que se quer num espetáculo de natal de facto mas há algo mais que não podia faltar, o rock claro! Ele esteve presente e demonstrou que é para durar, pelo menos na cidade de Leiria, João Domingues, 29 anos

 

Leiria vai receber o Levanta-te e Ri


15 anos depois do sucesso no ecrã, o Levanta-te e Ri voltou para o formato ao vivo e Leiria é a primeira cidade a recebê-lo, depois de espetáculos esgotados em Lisboa e no Porto.

“Ladies e Gentlemans” foi umas das frases mais marcantes de Fernando Rocha, talvez o humorista mais mediático dos tempos de Levanta-te e Ri. 15 anos depois, o programa voltou com o formato ao vivo e poderá ver Fernando Rocha, e muitos outros stand-up comedians num espetáculo, a decorrer na cidade  de Leiria, no início de 2019.

O evento está marcado para o dia 6 de janeiro, às 22h30, no Teatro José Lúcio da Silva.

Além de Fernando Rocha, este Levanta-te e Ri também terá outras lendas que se destacaram neste formato. Começando logo pela apresentação, que estará a cargo de Marco Horácio, e também pelas interpretações de Aldo Lima.

Da nova geração de humor teremos a participação de Hugo Sousa, Ana Arrebentinha, Dário Guerreiro e Manuel Cardoso.

O programa Levanta-te e Ri é produzido e transmitido ao vivo, pela SIC, e nesta noite também o poderá ver ao vivo, pela televisão.

Os bilhetes podem ser comprados na bilheteira do Teatro ou online (aqui) e custam entre os 15 euros e os 17,50 euros.

Pop Cereal Café – cereais para qualquer refeição do dia


Há cereais, muitos cereais. De todos os géneros e feitios, nacionais e internacionais. E ainda lhe pode juntar uns toppings. Apresentamos o Pop Cereal Café, o espaço que quer oferecer uma experiência única ao cliente!

O Pop Cereal Café está localizado numa das principais entradas à Praça Francisco Rodrigues Lobo (Fotografia: Teresa Neto)

Há quem não passe sem eles ao pequeno-almoço, quem os prefira ao lanche e, para os mais preguiçosos, até serve de jantar. No Pop Cereal Café, espaço que abriu há quase um mês em Leiria, pode manter esses mesmos hábitos mas, agora, fora de casa.

O Pop Cereal Café já tinha duas lojas em Portugal, nas grandes metrópoles do país: Lisboa e Porto. O terceiro espaço, localizado numa das entradas da Praça Rodrigues Lobo, é o terceiro do grupo. Jairo, o espanhol proprietário da loja em Leira, explicou à TIL que a abertura na cidade do Lis aconteceu muito pelo benefício-custo e pela escolha preferencial dos clientes nacionais: “Numa sondagem percebemos que Leiria era a cidade em que as pessoas mais queriam que abrisse, à frente de Guimarães, Viseu e Faro, por exemplo”.

O espaço abriu no dia 10 de novembro e num mês tem tido uma receptividade muito boa por parte dos Leirienses. “Temos o café muitas vezes lotado. É complicado de gerir mas também é sinal que as pessoas estão a aderir ao conceito e à experiência que oferecemos”.

O espaço é composto por dois andares (Fotografia: Teresa Neto)

Falando do espaço é impossível não ficar rendido à tal experiência da qual os donos nos falaram regularmente. Mesas coloridas, ambiente alegre e cereais por todo o lado. São, aliás, três prateleiras com dezenas e dezenas de vários tipos de cereais disponíveis.

Existem cereais de produção nacional e outros internacionais, ou seja, que são importados de outros países do Mundo. Nos cereais fabricados em Portugal podemos encontrar praticamente todos aqueles que habitualmente se vêem no supermercado: Chocapic, Crunch, Lion, Fitness K, entre muitos outros. Já nos internacionais podemos encontrar cereais que possivelmente nunca vimos na vida.

Neste momento, o Pop Cereal Café importa cereais da África do Sul, Estados Unidos da América, Japão, França, Inglaterra, entre outros. De entre os vários existentes, há um que, segundo Jairo, todos querem: os norte-americanos Froot Loops (Kellogg’s). São os mais vendidos porque “aparecem várias vezes nos filmes e as pessoas têm sempre curiosidade em experimentá-los”.

Ainda sobre a questão dos cereais importados, Jairo confessou-nos que alguns destes cereais demoram meses para chegar às prateleiras de Leiria. “As pessoas não têm ideia mas os cereais dos EUA demoram cerca de dois meses a chegar e os de África do Sul, três.” É também por isso que os cereais importados têm todos um preço acrescido em relação aos nacionais, fruto deste custo da importação.

Variedade de marcas de cereais é o que não falta no Pop Cereal Café

Os preços dos cereais começam a partir dos 3,60 euros. Com este menu mais básico pode escolher três tipos de cereais nacionais e dois toppings (há bolachas de Oreo, mini bolachas waffle, pintarolas, gomas, entre outras doçuras). Se for muito guloso, pode escolher a opção XL, que é composta por cinco cereais nacionais e os mesmos dois toppings. Este menu tem um custo de mais 60 cêntimos, ou seja, 4,20 euros.

Caso queira trocar um dos cereais nacionais por um dos internacionais poderá fazê-lo por mais 35 cêntimos. Se quiser somente acrescentar mais um destes cereais, terá um custo adicional de 70 cêntimos ao preço inicial.

Tanto se vê cor nos cereais que pedimos como em toda a decoração do Café (Fotografia: Teresa Neto)

Para acompanhar os cereais tem direito a uma garrafa de leite grátis, caso peça as variedades de magro ou meio gordo. Em alternativa aos mais clássicos tipos de leite, pode experimentar as variedades de soja, aveia, amêndoa, arroz e leite sem lactose (por mais 70 cêntimos) ou iogurte (90 cêntimos).

Apesar de alguma complicação na escolha e em todos os tipos de variedade, os funcionários fazem um serviço personalizado de modo a ajudar os clientes mais indecisos.

Além dos cereais, há muitos batidos para experimentar. Também é possível fazer os pedidos mais clássicos, como cafés, águas, torradas ou tostas mistas. Por isso, se estiver com alguém que não seja apaixonado por cereais, não há desculpa para não ir ao Pop Cereal Café.

Como é possível ver por uma das primeiras fotografias deste  artigo, o espaço tem esplanada e existe já uma ideia pensada para o próximo verão: “Já temos algumas surpresas para essa época. Os batidos vão ter mais relevância na carta e também vamos apostar nos cereais servidos com gelado”, confessa Jairo àTIL.

 

Horários:

Terça – Sábado: 8h30 – 22h30
Domingo: 9h – 20h30
Segunda: 12h- 20h30

 

Fotografias: Teresa Neto