A Villa Portela transforma-se na Villa Omnichord; as novidades da casa plástica, jantares temáticos e 1001 portas – está fechado o cartaz do Festival A Porta


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Teresa Neto
Teresa Neto
                       

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    O cartaz da 5ª edição do Festival A Porta está finalmente fechado. E com ela chegam 16 projetos musicais, curadorias artísticas, jantares com concertos surpresa e até um workshop com o escritor Gonçalo M Tavares. Um festival para toda a família!

    Surma + Joana Guerra + João Hasselberg, Labaq, Whales, Jerónimo, Few Fingers, Obaa Sima. O que têm todas estas bandas em comum? Sim, além de fazerem parte da Omnichord Records? Estão, todas elas, confirmadas para a 5ª edição do Festival A Porta, mais concretamente no dia 20 de junho. A Villa Portela é o lugar que recebe todas estas bandas, denominando-se naquele fim de tarde de Villa Omnichord.

    Além destes oito nomes bem conhecidos dos leirienses, também estão confirmados outros conterrâneos como: Lost Lake, Me and My Brain (pode recordar aqui a entrevista com a banda) ou o mítico  DJ CUT!S. Nos confirmados estão, ainda, outros bons nomes da música portuguesa como: João Pais Filipe, Solar Corona, Clima, DJ Fitz, Eduardo Morais, Peregrino e Themoteo Suspiro.

    SURMA_PUGNA_FESTIVAL DA CANÇÃO_TIL MAGAZINE
    Surma esteve presente no Festival da Canção 2019

    A Casa Plástica é novamente uma realidade no Festival A Porta. Novamente no antigo Edifício da EDP, esta edição contará com performances, concertos, workshops e visitas guiadas. “Nada muda de forma como as nuvens, a não ser os rochedos”, com curadoria de João Pedro Fonseca e Lara Portela é o grande destaque da exposição.

    Na exposição estarão obras dos seguintes artistas: Alexandra Dias Ferreira, Ana Battaglia Abreu, Daniel Blaufuks, Daniela Pinheiro, Darr Tah Lei, Gil Ferrão, Inês Serpente, Joana Marcelino, Joana Patrão, Leonardo Rito & Bruno Gaspar, Mariana Malheiro, Micael Ferreira, PIZZ BUIN, Raquel Nogueira, Susana Soares Pinto, Telmo Ribeiro, Telmo Silva, Teresa Gameiro, Vera Gomes. Além disto , também, haverá as performances de PIZZ BUIN, Daniela Pinheiro e de Miguel Esteves + Pedro Caeiro.  Já na música, haverá Captain Casablanca, o duo leiriense Me and My Brain, e uma performance imersiva de 24h dos First Breath After Coma.

    Obra de Leonardo Rita

    Para rematar uma grande programação da Casa Plástica, o multifacetado escritor Gonçalo M. Tavares, vai fazer um workshop sobre a temática  de Escrita e Imaginação. Este workshop acontece entre  uma parceria do Festival A Porta com a Livraria Arquivo e tem o valor de 25€.

    Claro que nesta edição de festival, não poderiam faltar os já conhecidos jantares temáticos, com direito a sobremesa (e surpresa) musical. A 17 de junho, há um Barbecue à Americana e um Corridinho de Ramen. Já a 18 junho, outras duas casas se abrem para servir experiências sensoriais, que cruzam comida e música: um Cambalacho de Caracóis e um Spicy Forrobodó. A lotação é limitada, a participação é sujeita a inscrição e cada jantar vale 20€.

    Nas atividades das 1001 Portas o objetivo é simples: tornar Leiria uma cidade com propostas artísticas, culturais e desportivas para todos. Este ano contará com workshops de carpintaria ou barro; construções com portas,; standup paddle; sessões de barbearia; aulas de skate; caminhadas com cães; instalações artísticas; poesia musicada e concertina; e muito mais. A apresentação de Sob o Mesmo Céu, o projeto promovido pela InPulsar – Associação para o Desenvolvimento Comunitário e o Jardim Cívico 2.0,  do Coletivo Til são outras das propostas que o Festival traz à cidade.

    Atelier Ser

    O Festival A Porta começa a meados de junho, prepare-se.