Come: a nova Steakhouse acompanhada pelos melhores produtos da região


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O nome não deixa margem para enganos: a aposta do restaurante Come – The Steakhouse está nas carnes e promete conquistar não só pela qualidade da experiência gastronómica como pelo serviço prestado.

Localizado na Ribafria (Benedita), neste restaurante pode deliciar-se com o prato de carne de vaca (normal ou maturada), de porco malhado de Alcobaça e de frango à Guia. Com uma decoração acolhedora, moderna e íntima, está aberto às sextas-feiras e sábados à noite.

Sónia Rosário é proprietária da churrasqueira Olhó Frango Assado, fundado em 2007, e o chef Rui Leandro trabalha na Fortaleza do Guincho, no restaurante estrela Michellin do chef Miguel Rocha Vieira cinco dias por semana. O investimento, que ronda os 80 mil euros, fruto de capitais próprios (com apoios comunitários) e deu origem a Come – The Steakhouse.

O objetivo era comum – abrir um espaço destinado a um público diferente dos restaurantes das redondezas onde pudessem coexistir jantares de negócios e grupos e um mero jantar a dois.

O nome COME foi criado pela proprietária e a ideia foi procurar uma palavra em comum entre a língua portuguesa e inglesa e que ilustrasse o conceito do Restaurante.  COME, além da derivação do verbo “vir” em inglês e “comer” em português, é um espaço classificado por Rui Leandro como o lugar ideal para usufruir de um jantar num ambiente de descontração que permanece desde início ao fim da refeição.

Em conversa com a TIL, o chef explica queo espaço “foi pensado não só para obter um bom serviço, mas também para conseguir “fechar” a semana de forma descontraída e conseguir abstrair do que se passa lá fora. As cores, as luzes e os detalhes foram previamente pensados para que este seja um espaço diferente e único.”

A complementar o serviço, Rui Leandro acrescenta que um dos fatores de distinção dos demais restaurantes é o frigorífico – “este é específico para produzirmos as nossas próprias carnes maturadas. O aparelho, conhecido como Dry Ager, permite-nos fazer a maturação das carnes em temperatura controlada bem como a humidade que circula dentro da mesma.”

Acrescentou ainda que neste espaço se primazia os melhores produtos regionais e de qualidade, como a Pêra Rocha, a maçã de Alcobaça, a Ginja D’Óbidos, os queijos artesanais, os enchidos locais e uma raça de porco autóctone “esquecida” em tempos, o porco malhado de Alcobaça.

Até então, o feedback não podia ter sido melhor, segundo a gerência. A sala, que leva 54 lugares sentados, traz ao restaurante pessoas além das localidades vizinhas e promete continuar a apostar na qualidade e na proximidade que os sócios conferem tanto aos produtores quanto aos clientes, desde sempre.