Rui de Sousa
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A TIL esteve presente no segundo dia do Festival A Porta e diz-lhe o que viu. E ainda foi falar com alguns “festivaleiros” para ter um feedback do Festival.
O familiar Jardim da Vala Real
O domingo não poderia ser diferente do sucesso do dia anterior. O jardim da Vala Real esteve bastante bem frequentado onde as famílias, e em especial as crianças, tiveram a oportunidade de se divertirem com as ínumeras atividades que A Porta proporcionou.
Desde as atividades da Portinha como o “Yoga para Crianças” à construção de castelos e outros ilustres reinos, as crianças foram mais uma vez o centro das atenções.
Enquanto isso, os adultos aproveitaram para ouvir a estreia da nova banda leiriense Koyaanisqatsi. Um espetáculo de uma hora com uma sonoridade agradável que foi de real encontro com o sol radioso daquela tarde.
A seguir foi um dj natural do Porto a passar umas músicas (todas em português) para se continuar o ambiente festivo do fim de tarde.
A Casa Plástica
As exposições abriram ao público no antigo edifício da EDP e por lá permanecem.
Ali também houve a oportunidade de ver três diferentes e multifacetadas atuações: a dança entre ambiente sonoro do sol e do espaço da bailarina Diana Pinto e a instalação de Mr. Lazy & Mdme. Leisure.
Depoimentos:
- Ana Lisboa, 33 anos
“Estou a gostar muito do festival. Costumo vir todos os anos à Porta mas este é diferente porque não se centrou apenas na Rua Direita. Aproveitaram muito bem o Jardim da Vala para reunir as famílias e também deram espaço às exposições a um edifício tão emblemático como é o antigo da EDP.”
- Joana Monteiro, 23 anos
“Estou a achar fantástico! Acompanho este festival desde o início, e faço questão de continuar. Os Koyaanisqatsi foram espetaculares. Enquanto isto, as crianças brincavam no xadrez gigante e no Castelo de cartão, outras entretiam-se entre guitarradas e baterias . Um conceito muito interessante e uma tarde muito bem passada.”




