A ‘senhora das castanhas’ já anda nisto há 50 anos


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Teresa Neto
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    Há 50 anos a vender castanhas no centro de Leiria. Quem conhece a cidade, conhece a “senhora das castanhas”. Maria de Jesus tem 67 anos e fez, no dia 9 de novembro, 50 anos de venda de castanhas. Nos primeiros 30 anos estava no Largo 25 de Outubro (em frente à rodoviária), depois passou para o outro lado da estrada, mas o triciclo é o mesmo. Também é o mesmo que o marido de Maria de Jesus já usava há 25 anos.

    A dona Maria contou à TIL a sua história. “O meu marido já vendia castanhas neste sítio há 25 anos e eu trabalhava numa casa, mas era maltratada e ele quis que eu saísse de lá e viesse vender com ele”, foi assim que começou a história que já faz parte da cidade do Lis.

    A cidade é a mesma, mas as pessoas vão mudando, no entanto, Maria de Jesus conhece todas as caras que ali passam e a cumprimentam com tanto carinho (numa hora mais de 10 pessoas foram saudar dona Maria. Para não falar dos carros, quase todos davam uma buzinadela de cumprimento). “Eu gosto é de ver os clientes, o negócio não interessa, é mais a convivência”, frisou dona Maria referindo-se ao seu negócio. Como todos os outros tem dias menos bons. “Chego a ter dias que vendo só três dúzias de castanhas, mas não é o que tem acontecido, nestas semanas vem sempre muita gente (mês de São Martinho)”.

    Maria de Jesus é a mítica “senhora das castanhas”

    “Nem sou grande fã de castanhas, como uma de vez em quando”

    As castanhas são as mesmas de há 50 anos? Uma pergunta pertinente numa época em que cada vez mais a produção é feita para ser vendida em grandes quantidades. Dona Maria, sempre comprou as castanhas ao mesmo vendedor, mas admite que já não têm o mesmo sabor. “São boas na mesma, mas chove menos e por isso são menos doces. Mas eu já não me lembro, nem sou grande fã de castanhas, como uma de vez em quando”, realçou Maria de Jesus.

    Entre o mês de outubro e de março, Maria de Jesus dá vida e cheiro ao centro de Leiria, uma cidade que a acolheu há 50 anos e desde aí se tornou a cidade da Dona Maria. Apesar de pertencer ao concelho de Caldas da Rainha, é em Leiria que Maria de Jesus se sente em casa. “Gosto mais de Leiria”, confessou. “Lá não conheço ninguém, aqui conheço toda a gente”. No entanto, Maria de Jesus trabalha, nos restantes meses, em Caldas da Rainha a vender pipocas, mas só aos sábados e domingos.

    Em relação ao preço, Maria de Jesus diz não ter aumentado muito em 50 anos. Hoje vende uma dúzia a 2,50 euros, há 50 anos uma dúzia custava 25 tostões. “O dinheiro de agora é que não presta, não rende nada”, exclamou dona Maria.

    Questionada pela possibilidade de o negócio continuar em família, Maria de Jesus admite que o mais provável é não haver continuação, os filhos e netos já têm a vida “orientada”, apesar do neto ajudar a avó na venda sempre que pode. “Mas só eu é que asso as castanhas, ele só vende”, frisou Maria de Jesus.

    Dona Maria não pensa muito no futuro. “Tento viver um dia de cada vez, hoje estamos bem, amanhã não se sabe”, concluiu a ‘senhora das castanhas’.

     

    Agora já pode adquirir derivados de canábis no centro de Leiria


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      Cannabis Pharma Portugal é a recente loja que vende produtos derivados do canábis/canhâmo, no centro de Leiria, (Marquês de Pombal). Joana Veiga, sócia gerente da loja, já tinha a ideia de abrir uma loja terapêutica com produtos naturais (derivados do canábis/cânhamo), mas esta ideia passou para a realidade quando Luís Carvalho, empregado da loja, deu a força necessária a Joana para criar o projeto. Joana afirma que é Luís a “cabeça” da loja, que está em funcionamento desde 21 de setembro.

      Flores de cânhamos, óleos, cosméticos e vaporizadores são alguns dos produtos que se encontram neste estabelecimento. “O nosso objetivo é que as pessoas utilizem os nossos produtos como forma terapêutica e não recreativa”, frisou Luís.

      Mas o canábis não é ilegal? Esta é a pergunta que ainda muita gente faz, mas Luís explicou bastante bem à TIL a diferença deste espaço.

      A Cannabis Pharma Portugal vende em grande maioria produtos derivados de cânhamo, uma das variedades da planta de canábis. A grande diferença entre estas duas estão nos níveis de canabinóides (uma planta de género canábis contém cerca de 113 canabinóides). “Enquanto o cânhamo é rico em canabinóides CBD (canabidiol), o canábis tem mais THC (tetraidrocanabinol), e é este último que provoca, em linguagem quotidiana, a “moca”, devido à substância psicoactiva presente no canabinóide”.

      “Para ser mais fácil de se perceber: temos presente no nosso corpo o sistema endocanabinóide que é responsável pela comunicação entre os órgãos e o cérebro e esse sistema produz endocanabinóides, mas por vezes o sistema fica em défice e o CBD é uma forma de repor o nível de endocanabinóides”, explicou Luís. “No entanto o CBD tem bastantes efeitos físicos, como por exemplo a inibição de dores, o relaxamento, o combate da ansiedade, entre outros” referiu.

      Ao contrário do que se possa pensar, não são só jovens que procuram os produtos que esta loja oferece. “Temos clientes de todas as idades, desde os 18 aos 80 anos. As pessoas mais velhas já começam a ter mais abertura para este assunto, que se deve muito à custa dos filhos que conseguem explicar aos pais que o canábis pode ser usado para muitos fins e um deles é medicina”. “Por exemplo, vêm muitos estudantes procurar os nossos produtos, porque agora em altura de exames andam mais nervosos ou então os mais velhos, para tirarem as dores ou até como forma de ansiolíticos, o CBD é um substituto dos ansiolíticos”, reforçou o parceiro de Joana.

       

      Não quer dizer que os produtos não tenham presentes THC, mas a percentagem é mínima (no máximo 0,2%). “Todos estes produtos têm de ser produzidos a partir de sementes certificadas em que os níveis de THC não ultrapassem os 0,2%”, referiu Luís. “E o THC também é bom para certas terapias, como exemplo doenças cancerígenas ou na Esclerose Múltipla, mas em pequenas percentagens e sempre em complemento com outro canabinóide, o CBD. Pode se dizer que o CBD é um regulador e vai ajudar os outros canabinóides a interagir com o nosso organismo”, concluiu Luís.

      “O nosso objetivo é promover o bem-estar e a saúde de uma forma natural”, finalizou Luís com o consentimento de Joana.

       

      Morada: Galerias São José Loja 23, Leiria

      Contacto: 961 452 551

      Reportagem: a minha (nova) visão da Receção ao Caloiro agora que já vivo do lado dos adultos

      Receção ao Caloiro

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      Diogo Costa
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        Quando pensava que não ia voltar a uma festa de estudantes, e não por não ser estudante, mas por já não me identificar com o estilo de festa, sugeriram-me ir lá passar umas horas para ver se continuava igual. Para minha surpresa, tudo estava igual, apenas o meu estado de espírito é que mudou.

        Era quarta-feira. Eram perto das 23h30 quando entrei no recinto, mas antes de lá chegar tive de descobrir como é que ia lá parar: já deve ser o terceiro local a receber a receção. No início tudo muito bem – o espaço estava com poucas pessoas. Como é de esperar, àquelas horas estão todos em casa a preparar uma grande noite “aka” bebedeira. Eu não. Forte, mais velha aka bem sóbria!

        Uns mais estudantes que outros pelos longos trajes até aos pés, outros com um ar mais descontraído e ainda outros provavelmente mais velhos e com pouco andar para aquilo (contra mim falo, claro). A maioria das raparigas estavam prontas para a festa. Batom bem carregado, pernas a realçarem no conjunto escolhido para aquela noite. E esta era uma noite qualquer – além de ser uma das noites da receção, que só há uma vez por ano, a grande Ana Malhoa ia estar naquele palco! E claro,as selfies e vídeos bem “turbinados” não faltaram ao longo da noite.

        Uma Receção bem mais sustentável e amiga do ambiente. Parabéns!

        Outro aspeto que não me passou despercebido foi a recente aposta da organização da Receção ao Caloiro, que este ano optou por copos reutilizáveis. Uma opção económica, sustentável e mesmo que não seja a salvação do planeta, é pelo menos um passo para um futuro sem plástico.

        Bom, fora plasticidades (até porque a média de idades do público feminino ainda não dá para esse tipo de piadas), por volta da meia noite começava o primeiro show: os Funkelada. Admito, não conhecia a banda. Já as músicas não posso dizer o mesmo. Pensem numa mistura entre o Anubis e o Mandarim e voilá. Sons como “Gatinha assanhada ‘Cê’ tá querendo o quê? Eu quero mexer, eu quero mexer”, “Ela não anda, ela desfila, ela é top, capa de revista…” e “E o popozão no chão, o popozão no chão”, faziam-se ouvir bem alto por todo o recinto. Pior, dei por mim a cantarolá-las, enquanto os mais atrevidos (sim, definitivamente já não tenho idade para isto) iam com o rabiosque até ao chão. Mas não eram os únicos! O DJ Funkelada estava bem acompanhado por três bailarinas que abanavam bem o rabo – onde até me atrevo a dizer que no palco eram as que davam mais show.

        “Quando ela bate com a bunda no chão”!

        Enquanto isto, o recinto ia enchendo. Quando dei por mim, o espaço estava à pinha e eu já não me conseguia movimentar – não sabia se estava a empurrar ou se me empurravam, enquanto balançavam, e eu sóbria a ficar cansada.

        Depois de uma luta incansável de atravessar o recinto, chego finalmente à rua, assim quase saída de uma cena do Gladiador! Precisava de apanhar ar fresco, pelo menos durante um minuto porque depressa congelei com o frio gelado que se fazia sentir naquele começo de madrugada!

        Entretanto voltei para o recinto para ver se aquecia, mas já não me atrevi a atravessar aquela multidão, fiquei cá atrás, enquanto os Funkelada encerravam o espetáculo.

        Por volta das 1h30 cheguei-me à frente.  Porque, claro, a derradeira diva estava para entrar em palco. E já que lá estava, tinha de a ver de perto. Era um dos momentos mais esperados desta Receção ao Caloiro e estava prontíssima para receber aquela dose de adrenalina musical, se é que a podemos chamar assim.

        Desculpem, para mim será sempre a apresentadora do Buéréré.

        O fumo começou rapidamente a encher o palco. Ouvia-se uma musicalidade que marcava o suspense e, de repente, Ana Malhoa entra lá no meio a todo o gás. Quase que parecia magia aquela entrada. Sou obrigada a admitir que aquela produção do espetáculo estava em altas. A Ana Malhoa arranca com ‘Viúva Negra’. Outro tema que não conhecia, mas também acho que só conheço o hit ‘Tá Turbinada’.

        Na terceira música a cantora dá as boas vindas ao público que tanto gritava com o fascínio de estarem perante ela. Já eu, creio que o único fascínio que me unia aos restantes era estar perante a apresentadora do Buéréré (quase que caíu aquela lágrima de nostalgia).

        A Ana Malhoa continuou o show e todos estavam muito animados a cantarem, ah… a Ana Malhoa também estava (bem) acompanhada pelas bailarinas. Se compararmos com as bailarinas da Funkelada, podemos dizer facilmente que estas eram um módulo 2.0 em tudo.

        No recinto, muitos estavam turbinados!

        Mas ao contrário de muitos que lá estavam, eu não estava nada turbinada e à quinta música desisti, ganhei coragem para atravessar novamente a multidão, e fui-me embora…

        Só houve uma coisa que me surpreendeu nesta minha nova vivência adulta numa festa académica: não vi ninguém a vomitar, nem a cair de bêbado. Gostava de ter ficado até ao fim mas a minha sobriedade e idade já falam mais alto. Acho que só entrei mesmo no estado “turbinada” quando cheguei à minha caminha, prontinha a dormir.

        Ou seja:
        Receção ao Caloiro 1 – Cláudia 0

        Roteiro de 1 dia em Peniche para aproveitar o surf e muito mais


        A Praia de Supertubos, em Peniche, recebe estes dias os melhores surfistas do mundo. O MEO Rip Curl Pro Portugal, competição de surf profissional, arrancou dia 16 e durante os próximos dias as praias de Peniche vão ser paragem obrigatória para os amantes deste desporto. A TIL Magazine foi espreitar e reuniu um conjunto de ‘spots’, na zona de Peniche, para ter um dia em cheio.

        Para começar a manhã pode ir visitar uma das praias de Peniches, muito visitadas por praticantes de surf, a Praia Norte, uma praia extensa com fundo de areia, picos múltiplos desde Peniche até ao Baleal. Esta é indicada para iniciantes.

        Claro está, depois de um passeio matinal nada melhor que ir almoçar num restaurante que sirva uma belo peixe fresco típico da região. A TIL aconselha a Tasco do Joel, que fica perto do Cabo Carvoeiro. Este restaurante apresenta propostas de grande qualidade, nomeadamente em peixe fresco, carnes certificadas e e também com uma excelente carta de vinhos.

        Mas se está acompanhado por um amigo, e ele é vegetariano/vegan, pode ir ao Xakra Beach Bar, na Praia do Molhe Leste. O bar oferece uma maravilhosa paisagem e serve deliciosos sumos naturais, petiscos com um bom vinho ou uma “loira” fresquinha.

        E depois de almoço porque não uma aula de surf? Já que está em Peniche, é de aproveitar! A Happy Days Surf Peniche tem aulas a partir do valor de 30 euros por pessoa, com todas as condições necessárias.

        E ao final do dia nada melhor que ver o pôr do sol a beber um cocktail. O Bar Danau, com uma vista para a baía do Baleal, é um dos bares de praia mais conhecidos da região. Ou se preferir um batido com sabores da época pode ir ao The Base, atrás das dunas do Baleal, um espaço agradável para beber uma bebida refrescante e batidos deliciosos.

        E entretanto já são horas do jantar. Se ao almoço optou por uma refeição de peixe, ao jantar pode escolher uma carta mais tradicional. O Restaurante Nau dos Corvos, com uma vista panorâmica sobre o oceano, oferece aos clientes uma proposta tradicional com uma carta rica em alimento frescos.

        Para terminar o dia em grande passe a noite numa cabana ecológica, o Bukubaki Eco Surf Resort. Situada num pinhal com um ambiente descontraído. O Resort fica  a quatro quilómetros da Praia Almagreira e a dez quilómetros do Museu Municipal, uma fortaleza requalificada do séc. XVI. Assim, já tem onde ir quando acordar.

         

        Foto: DR

         

        Estão abertas as inscrições para o Leiria Film Fest


        As inscrições para o 7.º Festival Internacional de Curtas-Metragens – Leiria Film Fest já estão abertas! Até dia 30 de novembro quem tem um filme produzido em 2018 ou 2019, com a duração máxima de 15 minutos, pode inscrever-se e ver o seu filme a concorrer nos ecrãs do Festival.

        As categorias são, como tem acontecido nos anos anteriores, Ficção, Animação e Documentário e estão divididas em Nacional, Internacional e Regional (Leiria).

        “O ano passado tivemos cerca de 1000 inscritos e este ano a expectativa é receber um número idêntico”, diz Bruno Carnide, responsável pelo Festival, acrescentado que já contam com 400 inscritos e que não há número limite de inscrições.

        Até março todos os filmes inscritos vão ser vistos e entre 20 a 30 serão selecionados para serem exibidos nos dias do Festival.

        A data e os locais do próximo Leiria Film Fest ainda não foram divulgados. Mas, assim “como nas seis edições anteriores, o Festival vai acontecer em março. Até lá divulgaremos essa informação”, conclui Bruno Carnide.

        As inscrições são feitas na página online do Festival.

         

        LeiriaFilmFest 2019 Resumo

        Bem, já passaram 4 meses desde o Leiria Film Fest e temos dado tantas notícias que os vossos feeds estão sobrecarregados com informação do festival. Só que não.Mas como nunca é tarde nem é cedo, fica aqui o vídeo dos 5 dias com mais amor pelo cinema que Leiria alguma vez já viu.Obrigado, mais uma vez, a todos os que tornaram esta 6.ª edição memorável!!!O vídeo é dos estagiários fofinhos Ana Ribeiros e Frederico Galvão <3

        Publicado por Leiria Film Fest em Sexta-feira, 19 de julho de 2019

         

        Foto: Arquivo

        Vídeo: Facebook Leiria Film Fest

        O cine-concerto dos Metallica e outras 6 estreias no cinema em Leiria


        As estreias desta semana chegam para todos os gostos. Ação, ciência, biografia e música não vão faltar nas salas de cinema da região.

         

        • Projeto Gemini

        Henry Brogan, um antigo atirador de elite das Forças Especiais, trabalha agora para uma organização governamental clandestina quando se torna no alvo de Junior, um misterioso assassino com capacidades de combate. A perseguição desenrola-se por todo o mundo, dos estuários do estado norte-americano da Geórgia, às ruas de Cartagena e Budapeste.

        Disponível em: Cineplace LaVie Caldas da Rainha e Cinema City

         

        • Le Dindon: Amantes Acidentais

        Pontagnac apaixona-se por uma loira vistosa que ele acompanha todos os dias no trajeto para o trabalho. O que ele não esperava é que Victoire fosse a esposa de um dos seus amigos, Vatelin. O marido não é ciumento, mas Victoire não lida bem com a situação. Esta desventura lança um jogo em torno de fidelidade um do outro.

        Disponível em: Cineplace LeiriaShopping

         

        • Judy

        Em 1968, Judy Garland chega a Londres para uma série de concertos. Passaram 30 anos desde foi lançada para o estrelato no filme “O Feiticeiro de Oz”. Está cansada, assombrada por memórias de uma infância perdida para Hollywood, agarrada ao desejo de voltar para junto dos filhos, mas determinada a nunca desapontar os fãs.

        Disponível em: Cinema City e Cineplace LeiriaShopping

         

        • Vadio – I Am Not A Poet

        Abandonando um passado de pequenos delitos, David encontra no Fado o seu desígnio. Perseguindo incessantemente o sonho de ganhar a vida como Fadista, frequenta com o amigo Adriano o circuito tradicional do Fado Vadio, com o intuito de se aperfeiçoar. Mas enquanto Adriano conquista reconhecimento e propostas de atuações pagas, David só encontra dificuldades. Por isso, decide participar num concurso anual de fado cantando um poema de sua autoria, numa tentativa de chamar a atenção.

        Disponível em: Cinema City

         

        • Guerra das Correntes

        A história da “guerra das correntes” entre os gigantes da eletricidade, Thomas Edison e George Westinghouse, associado a Nikola Tesla. Um confronto de ideias e de poder que determinaria qual o sistema elétrico que alimentaria o mundo moderno. Edison optou pela corrente contínua, mais cara e de alcance limitado. Westinghouse tenta provar que a corrente alternada pode trabalhar em distâncias mais longas a um custo significativamente menor. Cada lado compete para que as cidades dos Estados Unidos usem o seu sistema.

        Disponível em: Cineplace LeiriaShopping

         

        • Viriato

        Contra os avanços do império romano, possuidor de uma garra imensa, o chefe lusitano Viriato escolheu dedicar a vida à proteção das suas gentes e das suas terras, contra tudo e contra todos.

        Disponível em: Cinema City

         

        • Metallica & San Francisco Symphony: S&M2

        Celebração do 20º aniversário dos inovadores concertos S&M, da banda Metallica, e do álbum deles resultantes, gravado com a Orquestra Sinfónica de São Francisco.

        Disponível em: Cinema City

         

        Fotografia: DR

        ‘Floresta Viva’ regressa à Lagoa da Ervedeira com muitas brincadeiras


        ‘Um dia em cheio na natureza’ é o mote da segunda edição do evento ‘Floresta Viva’ que decorre já este sábado na Lagoa da Ervedeira. Através de jogos, oficinas, caças ao tesouro e explorações, a iniciativa leva os mais interessados a mergulharem no mundo selvagem.

        As brincadeiras e atividades têm início às 10h00 e decorrem ao longo do dia, até às 17h00. E atenção, esta iniciativa além de ter entrada gratuita, é dirigida a miúdos e graúdos que tenham interesse em explorar e conhecer a natureza. No entanto, é necessário os interessados inscreverem-se nas actividades aqui.

        Para quem é de fora há um autocarro disponível, com partida em Leiria, junto à Câmara Municipal, às 09h00, e regresso às 18h00.

        Segundo a organização do evento “a Floresta Viva é um evento que pretende consciencializar e incentivar a preservação da natureza”, preparando assim um conjunto de atividades que decorrem ao longo do dia.  O programa completo está disponível na  página do Facebook.

         

        Foto: Facebook Amigos da Lagoa da Ervedeira