Estádio de Leiria vai transformar o topo norte em centro de inovação na área tecnológica


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A câmara de Leiria aprovou esta terça-feira dia 21 um conjunto de alterações ao projeto base para o topo norte do Estádio Magalhães Pessoa.

Aprovado em reunião de câmara, as alterações visam dotar o futuro Centro de Negócios de uma variedade de infraestruturas e condições que potenciem o investimento nas áreas das novas tecnologias mas também criar um Centro Associativo de Artes. 

Desde a sua inauguração em 2003 que o Topo Norte do Estádio está por terminar. Depois de várias tentativas e projetos, dia 21 de foi aprovado um conjunto de alterações ao projeto-base com o objetivo tornar Leiria numa cidade mais atrativa para negócios, empreendedorismo, inovação e cultura.

  • O que muda do projeto?
Fachada do Topo Norte será envidraçada

“No que diz respeito ao Centro de Negócios de Leiria, a grande alteração passa pela melhoria das instalações em termos técnicos, tecnológicos e de segurança do edifício, que se torna moderno e inteligente. Será feita a instalação de um piso técnico essencial para permitir a instalação de empresas de matriz tecnológica, destacando-se ainda uma alteração na fachada interior do Estádio, de forma a permitir a visualização do relvado e a criação de uma zona de lazer.”

O projeto ambiciona também acolher diversas atividades culturais com pisos destinados à Dança, Música e Artes Performativas e Plásticas.

  • O que altera no custo?
Uma das alterações é a criação de um espaço relvado

Inicialmente o projeto apontava para custos na ordem dos 7,5 M€, no entanto com estas alteraçoes a derrapagem chegará perto dos 13 M€. O investimento que pretende concluir o Topo Norte do Estádio Municipal de Leiria numa área de intrevenção de 26.573,00 m2 e com uma estimativa de custos de 12.997.860,86€. Esta derrapagem justifica-se pelos pontos abaixo descriminados

  • As principais alterações ao projeto são:

– Instalação de piso técnico, que inclui a passagem das infraestruturas (cablagem eléctrica, condutas de AVAC e tubagens de água);

– Alterações ao nível da iluminação, telecomunicações e segurança activa;

-Aumento em 1.187 m2 da área de intervenção;

-Alterações à estrutura do edifício;

-Redesenho da fachada sul (a proposta inicial previa a instalação de painéis de betão com imagens da margens do rio Lis; agora, projecta-se a fachada em caixilharia de vidro, controlada por telas exteriores de sombreamento, permitindo vistas para o relvado);

-Instalações, equipamentos e sistemas de segurança integrados;

-Criação de centro de artes (dança, música, arte performativas e artes plásticas) na torre Poente – não há dados referentes ao impacto no custo da obra

 

 

Foto: DR